Related Posts with Thumbnails

24 de setembro de 2010

Correr melhora o desempenho sexual

Correr melhora a vida sexual. Pode acreditar. Quase tão automático quanto andar, a corrida aumenta a liberação de betaendorfina, o principal neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar.
Só isso já seria de grande ajuda para aumentar a libido debaixo das cobertas. Boas "pernadas" por aí também garante um bom preparo físico para não cansar na hora H.
Isso porque a atividade física auxilia o sistema cardiovascular, à medida que melhora a eficiência do coração, a capacidade pulmonar de absorver mais oxigênio e facilita o transporte de hormônios pelo organismo.

Melhor condicionado, o coração bombeia mais sangue com menos esforço, favorecendo o desempenho sexual. Afinal, o cansaço (no homem), como se sabe, pode desinflar a ereção.
Outro ponto que deve ser abordado é o da autoestima. Com a prática esportiva regular, o corpo fica mais torneado e atraente. Isso nos deixa mais confiantes e, naturalmente, o resultado será uma libido mais aguçada.

"A corrida promove a melhora no condicionamento físico que, de uma maneira geral, é benéfico no momento do sexo", diz a educadora física Fernanda Bredariol Velhote, especialista em fisiologia do exercício.

Feliz da vida

A explicação é simples: quem corre está mais apto a suportar cargas físicas no ato sexual. Anote essa também: correr é um ótimo estimulante para a liberação de adrenalina, noradrenalina e do hormônio do crescimento (GH). Isso faz que o corpo relaxe e contribui para uma boa noite de sono, o que auxilia a recuperação muscular e metabólica como um todo.

Quase como um efeito dominó, a prática esportiva reduz a ansiedade. Com ela, começamos a nos sentir capazes de superar pequenos desafios. Ficamos mais atentos ao corpo e, como consequência, isso aumenta nossa satisfação pessoal.
"Quando nos sentimos mais atraentes, aumentamos a probabilidade de fazer sexo", analisa a psicóloga clínica e esportiva Carla Di Pierro, especialista em psicologia do esporte.

É bom lembrar que o ato é parte da necessidade básica de qualquer ser humano. Mas, como tudo na vida, é preciso evitar os exageros. No sexo ou na corrida, o excesso pode, sim, gerar muito cansaço e acabar causando o efeito contrário. Atletas amadores ou profissionais têm o risco de sofrer com a síndrome do overtraining, identificada quando existe exaustão física e emocional.

"Corredores que exagerarem nos treinos e tiverem déficits na recuperação e alimentação podem ter sua libido diminuída", alerta a especialista. Somado ao estresse, a pessoa pode comprometer tanto seu desempenho físico quanto seu interesse sexual.
No sexo, movimentos e posições amplos, bruscos, rápidos e duradouros podem ocasionar câimbras, contraturas musculares e estiramentos. No entanto, se realizado de forma mais passiva, a dica é: pratique, pois ele auxilia na diminuição da tensão e da ansiedade, facilitando o sono.

Equilíbrio

Embora seja natural, endorfina em demasia também pode causar alguns efeitos negativos. Para a psicóloga Vanessa Cabral, isso pode acontecer com pessoas com mais predisposição para atividade sexual que a maior parte da população.
Ela explica que, como a sexualidade é energia, a pessoa pode canalizá-la totalmente na atividade física, tendo, por um lado, a recompensa do prazer provocado pela endorfina, porém, por outro, o isolamento.
Um adulto na faixa dos 40/45 anos de idade, por exemplo, considera sua sexualidade elevada caso sinta a necessidade de praticar sexo todos os dias, o que seria esperado de um jovem de 20 anos.
"Canalizar essa necessidade só no esporte ou só no trabalho faz a pessoa ficar mais individualista, irritada e anti-social, pois começa a achar que um ou outro bastam", alerta a especialista.

O educador físico Rodrigo Espanhol, especialista em biomecânica, reeducação postural e treinamento, explica que a melhor forma de tratar o problema é buscar o equilíbrio entre o emocional e o físico. Correr de 2 a 4 vezes por semana, de 30 minutos a 1 hora cada, pode contribuir para esse reequilíbrio.

No entanto, o especialista alerta que não adianta sair por aí pensando nos problemas que precisa resolver ou coisas para fazer. "A pessoa deve se desligar do mundo, prestar atenção na forma em que está praticando a atividade e usar os alongamentos antes e depois da corrida, como quase um processo de meditação", aconselha.
Benefícios da corrida
* Massa óssea: o impacto causado pela corrida induz a mineralização dos ossos, fortalecendo-os.
* Capacidade respiratória: quando corremos, inspiramos e expiramos de forma mais intensa, exigindo mais dos pulmões. A maior capacidade pulmonar reduz o trabalho do coração na realização de um esforço físico.
* Coração: exercícios aeróbicos (como a corrida) favorecem o aumento da elasticidade e do poder de contração das artérias. Mais forte, o coração é capaz de bombear mais sangue com menos batimentos cardíacos.
* Colesterol ruim: a prática de exercício físico trabalha contra a formação do LDL e aumenta os níveis do colesterol bom, o HDL, reduzindo a probabilidade de problemas coronários.
* Músculo: amplia o grau de firmeza dos tecidos musculares, que se revelam com mais vigor e energia, contribuindo tanto para a aparência física quanto para a resistência e força.

* Sono: em decorrência da liberação da endorfina, a sensação de bem-estar e relaxamento aumenta. O sono acaba sendo mais tranquilo e reparador.
* Autoestima: a liberação de hormônios do bem-estar e os resultados físicos fazem que a pessoa se sinta viva, bem com ela mesma, cheia de energia e segura.

Fonte: Revista Vida Natural

Atualizar a pedagogia em relação ao mundo que muda

Séculos de lutas entre povos e conflitos de classe nos estão deixando uma amarga lição. Isso não nos fez mais humanos, nem nos aproximou e muito menos trouxe a paz. Vivemos em permanente estado de sítio e cheios de medo. Alcançamos um patamar histórico que "nos conclama a um novo começo". Isso requer uma pedagogia fundada numa nova consciência dos problemas econômicos, sociais, culturais e espirituais.

Essa consciência está nos mostrando um caminho: entender que todas as coisas são interdependentes e que mesmo as oposições não estão fora de um todo dinâmico e aberto. Por isso, não cabe separar, mas compor e incluir, reconhecer as diferenças, mas também buscar as convergências e, no lugar do ganha-perde, buscar o ganha-ganha.

Tal perspectiva holística vem influenciando os processos educativos. Temos um mestre, Paulo Freire, que nos ensinou a dialética da inclusão e a colocar o "e" onde antes púnhamos o "ou". Frei Clodovis Boff entregou-nos um livrinho que se tornou um clássico: "Como Trabalhar com o Povo". E agora, face aos novos desafios do mundo, elaborou um decálogo daquilo que poderia ser uma pedagogia renovada.

1. Sim ao processo de consci-entização, à consciência crítica e à razão analítica (cabeça). Mas sim também à razão sensível (coração), onde se enraízam os valores e de onde se alimentam o imaginário e as utopias.

2. Sim ao "sujeito coletivo" ou social, ao "nós" criador de história ("ninguém liberta ninguém, nos libertamos juntos"). Mas também sim à subjetividade de cada um, ao "eu biográfico", ao "sujeito individual" com suas referências e sonhos.

3. Sim à "práxis política", transformadora das estruturas e geradora de novas relações sociais, de um novo "sistema". Mas sim também à "prática cultural" (simbólica, artística e religiosa), "transfiguradora" do mundo e criadora de novos sentidos.

4. Sim à ação "macro" ou societária (à "ação revolucionária"), aquela que age sobre as estruturas. Mas sim também à ação "micro", local e comunitária como base do processo estrutural.

5. Sim à articulação das forças sociais sob a forma de "estruturas unificadoras" e centralizadas. Mas sim também à articulação em "rede", na qual, por uma ação descentralizada, cada nó se torna centro de criação, de iniciativas e de intervenções.

6. Sim à "crítica" dos mecanismos de opressão, à denúncia das injustiças e ao "trabalho do negativo". Mas sim também às propostas "alternativas", às ações positivas que instauram o "novo" e anunciam um futuro diferente.

7. Sim ao "projeto histórico", ao "programa político" para uma "nova sociedade". Mas sim também às "utopias", aos sonhos, à busca de uma vida diferente, enfim, de "um mundo novo".
8. Sim à "luta", ao trabalho, ao esforço para progredir, à seriedade do engajamento. Mas sim também à "gratuidade" como se manifesta no jogo, no tempo livre, na alegria de viver.

9. Sim ao ideal de ser "cidadão", "militante" e "lutador", sim a quem se entrega, cheio de entusiasmo e coragem, à causa da humanização do mundo. Mas também sim à figura do "animador", do "companheiro", do "amigo", em palavras pobres, a quem é rico de humanidade, liberdade e amor.

10. Sim a uma concepção "analítica" e científica da sociedade e suas estruturas. Mas sim também à visão "sistêmica" e "holística" da realidade, vista como totalidade, integrada dialeticamente em suas várias dimensões: pessoal, de gênero, social, ecológica, planetária, cósmica e transcendente.

fonte:Otempo

Excesso de falta às aulas pode esconder a rejeição à escola

Número alto de atestados médicos aos alunos prejudica o aprendizado

NOVA YORK, EUA. A rejeição à escola é qualquer tipo de ausência em um dia letivo, desde fobia até vadiagem para matar aula, que pode ser ocasionada pelas ações ou vontades da criança. Esse tipo de problema é um tema interdisciplinar que cabe a pedagogos, psicólogos e pediatras. Então, para resolver esse problema, é importante que professores, psicólogos e pediatras trabalhem juntos.

Na verdade, quando a mãe ou o pai leva o filho ao pediatra por algum motivo que o faça perder aula, o médico deve ser o primeiro a notar se o problema é realmente médico ou psicológico, um mecanismo de defesa para se rejeitar a escola. Para muitas criança receosas, existe a possibilidade de uma avaliação sobre seu desenvolvimento. Na verdade, ao não quererem ir estudar, muitas crianças estão evitando coisas na escola que as deixavam desconfortáveis, como as interações no ônibus e os contatos físicos no parquinho. Muitas também podem evitar os momentos acadêmicos nos quais alguém poderia perceber que elas estavam com dificuldade. Outro motivo pode ser a vontade de ficar grudado na mãe, para que ela tome conta da criança e vice-versa.

Helen Egger, psiquiatra infantil e epidemiologista do Centro Médico da Universidade Duke, estudou a relação entre a rejeição à escola e condições como depressão e distúrbio de ansiedade e detectou que aproximadamente 25% das crianças no estudo que mostraram comportamento de rejeição à escola tinham problemas de ansiedade. "A rejeição ao ambiente escolar pode estar fortemente associada tanto à depressão quanto à ansiedade", disse ela.

Barbara Howard, pediatra especialista em desenvolvimento e comportamento da Universidade Johns Hopkins, atende casos mais extremos de rejeição à escola - entre eles, crianças cujos dias letivos são complicados por problemas médicos ou de aprendizado. Algumas têm dificuldade desde o primeiro dia do jardim de infância, pois elas não estão preparadas para se separar dos seus pais ou porque são particularmente ansiosas, sendo que precisam de ajuda com ajuste inicial.

"Deveríamos tomar cuidado para não deixarmos as crianças ainda mais ansiosas", disse ela. "Precisamos nos certificar que elas possam levar o bichinho de pelúcia com elas", sustenta.

E quando as crianças ficam ansiosas quanto a voltar à escola, é especialmente importante perguntá-las se existe algum problema específico - bullying ou banheiro sem porta, por exemplo. Mesmo assim, descobrir e resolver esse problema não necessariamente proporciona as habilidades que uma criança ansiosa precisa para se sentir confortável na escola.

fonte:Otempo

Epson põe três LCDs em projetores

 Em vez de investir nos miniprojetores, como a 3M, a Epson resolveu pôr as fichas nos aparelhos mais fortes e robustos. O resultado são os primeiros projetores com a tecnologia 3LCD, um prisma com três painéis de LCD que promete melhorar a qualidade das imagens exibidas.A fabricante promete que o Pro Cinema 61000 (na foto superior), o Pro Cinema 31000 e o Home Cinema 21000 terão cores mais vivas e com gradações mais sutis, melhores níveis de preto e maior taxa de contraste.

O 61000 tem contraste 1.000.000:1, enquanto os outros dois modelos chegam à metade deste índice. A lâmpada dos três suporta 5000 horas de trabalho. Nas conexões, há três HDMI, videocomponente, S-Video e VGA.

Os aparelhos estarão disponíveis no site da fabricante apenas em dezembro. Ainda não há informações sobre preços e datas de lançamento no Brasil.


Dell apresenta novos desktops

A Dell segue os passos da Apple e acaba de lançar versões repaginadas de seu tudo-em-um e de seu minidesktop. Mas a empresa não fez como a maçã em todos os sentidos e incluiu um player de Blu-ray no Inspiron One e mais memória RAM e um HD alta capacidade no pequeno Zino.

O tudo-em-um agora tem 23 polegadas na tela sensível ao toque. Além de aplicativos adequados para o touchscreen, ela também tem 1080p de resolução nos vídeos. No modelo top de linha, o processador é um Athlon II X4 e a placa de vídeo é uma Mobility Radeon HD 5450. A memória RAM não foi revelada, mas sabe-se que o HD é de 1 TB. A porta HDMI está inclusa no aparelho, assim como o já mencionado Blu-ray.

O minidesktop tem DVD-R na versão mais simples, além de processador Athlon II de 2,3 GHz, 2 GB de RAM e 250 GB de HD. Na versão mais robusta, o Zino HD tem processador quad-core Phenon II X4 de 1,7 GHz e placa de vídeo igual à do tudo-em-um, uma Mobility Radeon HD 5450. Ele também tem saída HDMI, assim como porta VGA e player de Blu-ray. Seu áudio de 7.1 canais comprova que ele é ideal para ficar do lado da TV.

O preço do Inspiron One é 799 dólares no modelo mais simples. O Zino HD mais fraquinho custa 299 dólares. No site da Dell dos Estados Unidos já dá para comprar o pequeno, mas no Brasil ainda não há lançamento de nenhum dos dois.

fonte:Infoabril

23 de setembro de 2010

Processador móvel ganha três núcleos

Os processadores para smartphones de 1 GHz ainda nos encantam, é verdade, mas eles já evoluíram, e acabam de nos deixar ultrapassados novamente. Dessa vez, a culpa foi da californiana Marvell, que criou um processador móvel de três núcleos, dois deles de 1,5 GHz.

O Armada 628 ativa os dois núcleos na frequência de 1,5 GHz para as tarefas mais pesadas, enquanto o terceiro é usado para as cotidianas, rodando a uma frequência mais baixa de 624 MHz. Segundo a Marvell, isso ajuda o Armada 628 a conseguir uma performance superior à dos processadores de dois núcleos e, ao mesmo tempo, não sugar a bateria do smartphone ou tablet antes de um piscar de olhos.

Agora vem outra parte, também de cair o queixo. O processador tem a capacidade de gravar vídeos 3D em 1080p, ou seja, duas imagens separadas em full HD (a 30 frames por segundo). Mas, baixando um pouco a bola dele, devemos levar em conta também os sensores pequenos dos smartphones, que nunca entregam o mesmo full HD obtido por filmadoras e câmeras digitais.

O processador também dá suporte a USB 3.0 e é compatível com BlackBerrys, Androids, sistemas baseados em Linux, Windows Mobile e aplicações com Adobe Flash.

A chegada do Armada 628 ao mercado, assim como nossa ansiosa espera por ele, ainda vai demorar um pouco. Ele acabou de sair dos quartéis generais da Marvell e está sendo exposto para possíveis fabricantes que possam querer utilizá-lo. Por isso, não existe em nenhum produto final ainda.

fonte:Infoabril

Sundown STX Motard 125cc 2010 tem estilo

Mantendo o mesmo espírito aventureiro e a robustez das versões de 200 cilindradas, a Sundown Motos lançou no mercado nacional nova opção de entrada para o segmento de motocicletas "on/off Road": a STX Motard, equipadas com motor de 125 cilindradas.

Sundown STX Motard 125

O conceito "motard" se refere às motocicletas de uso misto, ou seja, projetadas para rodar sobre o asfalto e a terra.
Por isso, elas apresentam suspensão elevada e visual despojado e esportivo, como dos modelos "off-road", mas com rodas de menor diâmetro e pneus com perfil para asfalto.
O visual esportivo da STX Motard 125 é o mesmo da versão de 200 cilindradas. Oferecida nas cores prata ou preta, ela apresenta rodas raiadas com aros na cor preta e escapamento pintado em preto fosco.

A lanterna traseira usa Leds e o farol com formato de diamante é integrado à carenagem frontal.
A mobilidade no trânsito urbano é favorecida pelo baixo peso (118 kg) e centro de gravidade mais próximo ao piso, resultante da altura total e da distância livre do solo reduzidas.
Juntas essas qualidades refletem em mais estabilidade e segurança nas curvas.
O conjunto de suspensões da STX Motard 125 adota o exclusivo sistema de monoamortecimento SPS (Sundown Progressive Suspension), com câmara de gás nitrogênio e balança de alumínio, na traseira, e garfo do tipo "upside down", na dianteira, com 190 mm de curso.

Uma das características mais marcantes da Sundown STX Motard é o uso das rodas com a mesma medida - 17 polegadas - item que lhe diferencia da versão "Trial" STX e propicia melhor desempenho no asfalto. Os pneus, com perfil estradeiro, medem 110/70 54H (ou 100/80) na frente, e 130/70 58H, atrás. O sistema de freios é composto por disco simples, de 241 mm, na dianteira - na traseira, o tambor tem 130 mm de diâmetro. O prazo de garantia para todos os produtos da Sundown Motos é de um ano, sem limite de quilometragem.

fonte:Paranaonline

Freelander 2 é um show de tecnologia

Com modificações internas e externas que ressaltam ainda mais suas características Premium, a linha 2010 do Freelander 2 está nas concessionárias.
O utilitário esportivo caiu no gosto dos brasileiros desde sua chegada em 2007. O Freelander 2 2010 mantém o mesmo visual da modelo 2009, mas ganhou novas opções de equipamento.

Por fora, além da nova gama de acessórios opcionais esportivos que passou a ser oferecida para toda a linha 2010 do modelo, a versão SE ganhou faróis Bi-Xenon de série.
Por dentro, o veículo ganhou mais conforto e exclusividade com seus bancos de até oito níveis de ajustes elétricos e novas opções de cores e de textura do couro, dependendo da versão.E o painel de instrumentos manteve seu luxuoso padrão com detalhes cromados nos marcadores e incorporando um relógio digital.

Seu motor de 3.2 litros a gasolina, 24 válvulas e cabeçote de alumínio desenvolve 233 cv de potência a 6.300 rpm, suficiente para levar o veículo da imobilidade aos 100 km/h em apenas 8,9 segundos e à velocidade máxima de 200 km/h.
Tal desempenho é beneficiado pelo câmbio automático de seis velocidades com opção de trocas seqüenciais (CommandShift®).
Toda essa potência a um consumo médio de 8.9 km/l em uso misto (estrada / urbano).

Além da tração 4x4 em todas as versões, o modelo conta também com o exclusivo sistema Terrain Response® que, ao simples giro de um botão, adapta todas as configurações de motor, câmbio e tração, de acordo com o piso em que se trafega.
Ao todo são cinco diferentes situações: areia, terra, grama/neve, pedras e asfalto. Assim como no Discovery 3 o estepe que antes vinha fixado à porta traseira (uma das principais características de veículos "off-road"), foi para o porta-malas.

A lista de ítens de segurança de série que equipam todas as versões do Freelander 2 inclui nove "airbags" (frontais, laterais e para os joelhos), freios ABS, controle dinâmico de estabilidade (DSC), controle de descida em declives (HDC), sistema de controle de torque (EDC), auxílio eletrônico a frenagens de emergência (EBA), distribuição eletrônica de frenagem (EBD), sistema de auxílio de frenagens em curva (CBC) e controle eletrônico de tração (ETC).
Estes sistemas combinados garantem segurança e conforto tanto para o motorista quanto para os passageiros. Impulsiona o Freelander 2 um motorzão 3.2 litros que conversa com moderno câmbio de seis marchas, permitindo um rodar suave e estável no asfalto.
O Freelander 2 atende perfeitamente as necessidades urbanas. A posição de dirigir é ótima.
O jipe da Land Rover é fácil de manobrar em pequenos espaços. É um utilitário urbano confortável e requintado, com a imagem de robustez do 'off-road' com muita tecnologia embarcada.
Ficha técnica
Motor: Dianteiro, transversal, 6 cilindros em linha, 24 válvulas, comando duplo (DOHC), injeção eletrônica, gasolina
Cilindrada: 3.192 cm³
Potência: 233 cv a 6.300 rpm
Torque: 32,3 kgfm a 3.200 rpm
Câmbio: Automático sequencial, de 6 marchas; Tração integral
Comprimento: 4,50 m
Largura: 1,91 m
Altura: 1,74 m
Entre-Eixo: 2,66 m
Porta-Mala: 755 litros
Suspensão: Independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora na dianteira, e independente do tipo McPherson com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora na traseira.
Freios: Discos ventilados, na dianteira, e discos sólidos atrás.
Tanque: 70 litros
Preço: R$ 115.900,00
Velocidade: 200 km/h
Aceleração: de 0 a 100 Km/h em 8,9 segundos

fonte:Paranaonline

Capa para iPhone vem com teclado

Quem comprou um iPhone 4 provavelmente já pensa em adquirir uma capinha. A TK-421, do site ThinkGeek, custa 50 dólares, mas é bastante recompensadora. Para provocar os donos de BlackBerrys, ela traz um teclado físico. E também funciona com o iPhone 3GS.

A capa tem um conceito bastante explorado. Embora muita gente esteja acostumada a digitar na tela mesmo, não faltam na internet desenhos e esquemas explicando como um gadget desse poderia funcionar. A sacada da TK-421 é que ela, aparentemente, resolve a maioria dos problemas dos conceitos e de outros teclados lançados antes.
Em primeiro lugar, ela não suga a bateria do iPhone, pois tem a sua própria, carregada via USB. Outra sacada é não usar a dock para se ligar ao telefone, mas o Bluetooth. Assim, há mais possibilidades de design para o teclado. Neste caso, ele fica descansando atrás do iPhone. Para usá-lo, basta girar o teclado para a direita. Ele se liga à capinha por magnetismo. O único problema disso é que, como o iPhone 3G não tem Bluetooth, a capa-teclado só funciona com os modelos 3GS e 4.
As teclas parecem bem grandes e há inclusive uma fileira para números. O teclado funciona em aplicativos de notas, e-mails, no browser e no calendário. O TK-421 estará disponível no site ThinkGeek a partir do meio de novembro, em quantias limitadas.

fonte:Infoabril

Mandioca em formato de mulher vira atração

A mais nova atração da cidade de Mantenópolis, município no interior do Espírito Santo com cerca de 12 mil habitantes, é uma mandioca que mede mais de 1 metro e pesa 20 kg, e tem formato do corpo de uma mulher.
O dono da mandioca, conhecido na cidade como Seu Ivanildo, não quer cozinhar o legume e pretende conservar essa raridade o máximo de tempo que conseguir. Ele conta que pagou R$ 350 pela muda e também não pretende vender a mandioca.
Conforme reportagem divulgada ontem pelo Jornal Hoje, da rede Globo, seu Ivanildo fez até mesmo um rosto na mandioca, com direito a sorriso feliz. Vários moradores da cidade pedem para tirar foto com o legume em formato de corpo de mulher.

A mandioca de Mantenópolis não é a maior do país. Em agosto deste ano, uma moradora de Carmo do Cajuru, no Centro-Oeste de Minas, colheu uma mandioca com 2 m de comprimento, pesando 20 kg.
A dona da mandioca, conhecida em Carmo do Cajuru apenas como Dona Maria, ao contrário de seu Ivanildo, cozinhou o alimento para a família comer.

fonte:Otempo

Ártico pode degelar totalmente neste século

Aquecimento na região é duas vezes maior do que no resto do planeta

Moscou, Rússia. O diretor do Observatório Geofísico Voeikov da Rússia, Vladimir Kattsov, afirmou que as geleiras do Ártico podem desaparecer totalmente na segunda metade do século XXI. Kattsov alertou, em um fórum internacional sobre o futuro do Ártico que começou ontem em Moscou, que, segundo as recentes observações por satélites, a superfície de gelo da região foi reduzida ao mínimo histórico.

Segundo os especialistas, o degelo provocará aumento significativo do nível do mar no mundo todo, o que poderia causar a inundação de ilhas e territórios litorâneos, assim como a destruição de ecossistemas e o desaparecimento de inúmeras espécies.

"A temperatura média no Ártico russo cresceu nos últimos cem anos com rapidez duas vezes maior que a do resto da Terra", disse o assessor da Presidência russa para mudança climática, Alexander Bedritski, que assinalou ainda que "o derretimento de gelos eternos já afeta a vida econômica da região ártica russa".

A necessidade de delimitar as fronteiras marítimas no oceano Ártico, que abriga um quarto das reservas mundiais de hidrocarbonetos, é preocupação cada vez maior dos países que sofreriam com a acentuação do degelo. Rússia, Canadá, Dinamarca, Noruega e EUA - os cinco países com costa ártica - protagonizam há décadas uma disputa pelos bilhões de toneladas de petróleo e gás da região.

fonte:Otempo