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15 de agosto de 2011

Google anunciou a compra do Motorola Mobility por US$ 12,5 bi

O Google anunciou nesta segunda-feira (15) que vai comprar a Motorola Mobility por cerca de US$ 12,5 bilhões

  O Google anunciou nesta segunda-feira (15) que vai comprar a Motorola Mobility por cerca de US$ 12,5 bilhões. O presidente do Google, Larry Page, anunciou os planos da aquisição no blog oficial da empresa. Ambas as companhias entraram em um acordo, que foi aprovado pelo conselho de diretores. Segundo o jornal “Wall Street Journal”, o Google planeja comprar a Motorola Mobility – responsável pela fabricação de tablets e smartphones – por US$ 40 por ação em dinheiro. A oferta representa um ágio de 63% sobre o valor de fechamento da ação da Motorola na bolsa de valores de Nova York, na sexta-feira (12). A compra acontece quase oito meses depois de a Motorola anunciar sua divisão em Motorola Solutions, centrada nos serviços para empresas, e Mobility, focada no consumidor final. “Dado o sucesso fenomenal do Android, estamos sempre procurando novas maneiras de investir no ecossistema Android. É por isso que estou tão animado em anunciar que concordamos em adquirir a Motorola”, escreveu Larry Page no blog oficial do Google. A aquisição da Motorola Mobility, um parceiro do sistema operacional Android, permitirá ao Google aumentar a concorrência na telefonia móvel. “A compara não vai mudar o nosso compromisso em executar o Android como uma plataforma aberta. A Motorola continuará a ser uma licenciada do Android”, afirmou Page. O executivo ainda disse que o Google irá gerenciar a Motorola Mobility como uma empresa separada. “Muitos parceiros de hardware têm contribuído para o sucesso do Android, e estamos ansiosos para continuar a trabalhar com todos eles para oferecer excelentes experiências aos usuários”.

Fonte: g1

15 de novembro de 2010

Redes sociais influenciam compras de 25% dos usuários

Para especialistas, empresas têm que ter participação ativa na web

Postar fotos, bater papo, contar novidades e... Escolher que produtos ou serviços comprar. Cada vez mais populares, as redes sociais já influenciam na decisão de compra de 25% dos internautas no Brasil, segundo pesquisa Ibope Mídia. O diretor comercial da Web Consult, Leonardo Bortoletto, diz que essa influência acontece de várias formas, desde aqueles que pedem a opinião dos amigos virtuais antes de fazer uma compra, até os que tomam conhecimento de um produto ou serviço por meio de links ou comentários postados nas redes e, a partir daí, buscam novas informações e concluem a compra.

O funcionário público Afonso Silveira já passou pelas duas situações. Recentemente, ele procurou a opinião dos amigos antes de assinar um pacote de TV. "Perguntei no Twitter se alguém era cliente da empresa e se recomendavam. Eu tinha duas alternativas, e as opiniões que recebi me ajudaram a decidir", conta.

Antes, a esposa dele já tinha recorrido à rede para pedir referências sobre uma loja de produtos para casa. "Ela queria um produto, fez uma busca na internet e só achou em uma loja desconhecida. Pediu referências, e desistiu da compra", diz.

A família também já comprou vários produtos a partir de promoções postadas por perfis oficiais das empresas. "Quando estamos em dúvida, sempre pesquisamos nos links de ‘opinião dos clientes’ dos sites, pedimos referências ou buscamos mais informações online", diz Silveira.

Diálogo. O Ibope Mídia mostrou ainda que a maioria das pessoas aprova a divulgação de produtos e serviços por meio de redes sociais, gosta que as empresas se comuniquem com o consumidor por meio de seus perfis e não se incomoda que as marcas usem as redes para analisar o comportamento do cliente. Com base nesses dados, o consultor digital Gilberto Wiesel diz que as empresas que não estão presentes nas redes perdem boas oportunidades.

"É a chance de perceber o que o cliente está pensando sobre um produto ou serviço", diz. Ele afirma que a comunicação nessas redes é mais informal. "É uma linguagem mais simples, mais próxima do consumidor, quase uma amizade", compara.

O especialista diz que não é preciso estar em todas as redes sociais, mas é fundamental estar em alguma delas. "A empresa tem que definir seu público-alvo e escolher em qual rede vai conseguir se comunicar com esse público", afirma.

O diretor da Web Consult, Leonardo Bortoletto, diz que as empresas ainda estão começando a entender o papel das redes sociais. "Mas é uma tendência sem volta", afirma. Ele diz que com uma participação eficiente nas redes sociais, a empresa consegue divulgar seus produtos, esclarecer alguma polêmica e até reverter uma situação desfavorável, já que o consumidor tende a ser mais tolerante com quem lhe dá atenção.

Clique pra ver:


11 de novembro de 2010

Silvio Santos oferece SBT e Baú para salvar PanAmericano



Para salvar o banco PanAmericano, o empresário Silvio Santos deu como garantia para obter empréstimo de R$ 2,5 bilhões, junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), praticamente todo seu patrimônio empresarial. São 44 empresas subordinadas à holding SS Participações, dentre elas o SBT, sua participação no banco PanAmericano, a Jequiti, a Liderança Capitalização e o Baú da Felicidade. O valor contábil de todas as empresas é de R$ 2,7 bilhões.

O empréstimo foi feito para salvar o banco, após fraude que causou prejuízo de R$ 2,5 bilhões. Segundo o presidente do conselho do FGC, Gabriel Jorge Ferreira, o empresário Silvio Santos se dispôs a vender todas essas empresas se for preciso para saldar o empréstimo. "Nunca vi um empresário fazer isso. Se colocar nessa situação", afirmou Ferreira.

O socorro, por meio de empréstimo, é inédito na história do FGC. Ferreira justificou a operação afirmando que, se o fundo tivesse de bancar os compromissos dos depositantes, teria um desembolso de R$ 2,3 bilhões.

Segundo Ferreira, se não emprestasse o dinheiro, o banco sofreria intervenção e posterior liquidação. Nesse caso, teria de cobrir R$ 2,3 bilhões para os segurados. Com a operação, além de manter o banco funcionando, o FGC tem agora um ativo de R$ 2,5 bilhões que serão pagos corrigidos pela inflação.

O diretor de Fiscalização do Banco Central, Alvir Hoffman, afirmou ontem que, se a liquidação do PanAmericano fosse declarada, o "rombo" seria de R$ 900 milhões, já que o patrimônio líquido da instituição atualmente é de R$ 1,6 bilhão. Ou seja, seriam deduzidas da conta as irregularidades que somam R$ 2,5 bilhões, valor coberto pelo aporte do grupo Silvio Santos.

O Banco Central (BC) refutou as críticas de que teria demorado para encontrar o rombo de R$ 2,5 bilhões na contabilidade do banco PanAmericano e jogou a responsabilidade nas empresas de auditoria. O BC argumenta que sua função é analisar balanços, não conferir se foram adulterados. A auditoria interna do PanAmericano era feita pela Delloite. O rombo surgiu em fraudes contábeis. O banco vendia carteiras de crédito para outros bancos (sobretudo os grandes de varejo, como Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e HSBC), mas não dava baixa no balanço. Com isso, continuava contabilizando como seus os pagamentos feitos pelos devedores.

O problema foi detectado há cerca de seis semanas por técnicos do BC quando estavam sendo conferidos financiamentos vendidos pela instituição. O BC avalia que agiu a tempo para evitar estragos ainda maiores. As irregularidades, segundo Hoffman, podem ter começado há três ou quatro anos, mas apenas as investigações vão apontar o tempo exato e os responsáveis. Toda a diretoria do banco foi afastada. Ontem, o Banco Central aprovou novos nomes para os cargos. Silvio Santos tem como principal sócio no banco a Caixa Econômica Federal, que não se pronunciou sobre o ocorrido.

Lula diz que comunicador não pediu socorro em setembro
MAPUTO, Moçambique. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou ontem que o empresário e apresentador de TV Silvio Santos tenha lhe pedido para ajudar o banco PanAmericano, que recorreu anteontem a um empréstimo de R$ 2,5 bilhões no Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Silvio Santos esteve no Palácio do Planalto no final de setembro para se encontrar com Lula. Na ocasião, o apresentador afirmou que fora pedir ao presidente a doação de R$ 12 mil para o Teleton, que arrecada recursos para ajudar entidades assistenciais.
"O banco (PanAmericano) recorreu a um empréstimo dos próprios bancos", observou o presidente. "O Fundo Garantidor existe exatamente para isso, para o PanAmericano e para qualquer banco. Se amanhã o Banco do Brasil tiver problema de dinheiro, ele vai ao Fundo Garantidor, que é criado pelos bancos, toma dinheiro emprestado, dá garantias e recebe o dinheiro de volta", completou. Lula disse que não sabia do problema antes.

fonte:Otempo

18 de setembro de 2010

Das dez marcas mais valiosas do mundo, seis são de tecnologia

Apple foi a empresa que mais cresceu, passando da 37ª para a 17ª posição

A Coca-Cola continua no topo do "ranking" das marcas mais valiosas do planeta, avaliada em US$ 70,4 bilhões, segundo o estudo "As 100 Marcas mais Valiosas", da consultoria Interbrand.

O levantamento mostra que das dez marcas mais valiosas do mundo, seis são da área de tecnologia: IBM (2º), Microsoft (3º), Google (4º), Intel (7º), Nokia (8º) e HP (10º). O maior destaque da pesquisa também é da área tecnológica: A Apple foi a marca que mais cresceu em valor, alcançando US$ 21,1 bilhões e pulando da 37ª para a 17ª colocação.

Transparência. Passados dois anos da crise global que afundou ícones como o Lehman Brothers, os consumidores de todo o mundo mudaram bastante. Segundo o levantamento da Interbrand, que está em sua 11ª edição, sendo essa a primeira depois da crise, os consumidores estão menos fiéis a grandes grifes, mais abertos a experiências e ávidos por transparência de quem produz seus objetos de consumo.

"Estamos vivendo a era da transparência total. As marcas não conseguem mais esconder nada do consumidor. Existe uma voz coletiva global e instantânea, as pessoas se falam no mundo pelas redes sociais, o que deixa as marcas escancaradas", observa o diretor-geral da Interbrand no Brasil. Alejandro Pinedo.

Ele cita como exemplo a Toyota. Tida como uma das marcas mais confiáveis do mundo, a montadora japonesa relutou em convocar o recall do Corolla, no início do ano. Apesar da hesitação, a empresa acabou admitindo o problema, desculpou-se e conseguiu preservar a força de sua marca. Assim, caiu só três posições no ranking das mais valiosas. Na pesquisa anterior, era a 8ª, e no levantamento atual é a 11ª, avaliada em US$ 26,19 bilhões.

No extremo oposto está a British Petroleum (BP), cuja marca foi devastada pelo acidente da plataforma no Golfo do México. Tanto que, pela primeira vez, ficou fora da lista das cem mais valiosas.

fonte:Otempo

14 de setembro de 2010

Lojas virtuais se unem em megaliquidação de até 70%

Iniciativa, batizada de Detonaweb, visa atrair novos consumidores


As 20 maiores lojas do comércio eletrônico iniciaram ontem uma promoção conjunta que promete descontos de até 70% em milhares de produtos, frete grátis e parcelamento em 12 vezes sem juros, podendo chegar a 15 vezes se o consumidor usar o cartão próprio da loja. A iniciativa, batizada de Detonaweb, visa atrair novos consumidores para o varejo eletrônico.

"Com esse tipo de iniciativa, teremos condições de atrair os consumidores que até então não pensavam em comprar pela internet e agora terá um bom motivo para fazê-lo", diz o diretor de e-commerce do Carrefour e representante do Comitê de Varejo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), Jonas Ferreira. O aumento no número de brasileiros com acesso à internet e a alta na renda devem facilitar a missão de aumentar o número de clientes online.

No ano passado, 17,6 milhões de brasileiros fizeram compras pela internet. Em 2006, os e-consumidores eram apenas 6 milhões. A expectativa é encerrar este ano com 23 milhões de clientes.

O Detonaweb está em sua nona edição, mas a liquidação deste ano tem como atrativo um hotsite que é atualizado várias vezes ao dia com as diversas promoções. Nos anos anteriores, cada loja divulgava suas promoções em seu próprio site. O modelo atual facilita a comparação de preços pelo consumidor, avalia o diretor executivo da camara-e.net, Gerson Rolin.

Os varejistas não divulgam o montante de vendas, mas a expectativa é faturar até 50% a mais que na Detonaweb do ano passado. Em 2009 os sites participantes receberam cerca de 700 mil visitas durante a liquidação. A promoção vai até sexta-feira. Entre os participantes estão Americanas.com, Submarino, Tok & Stok, Saraiva, Walmart, e Extra. O valor médio das compras deve ser de R$ 330, mesma cifra verificada durante o ano.

Em alta. O varejo eletrônico, que cresce cerca de 40% ao ano no Brasil, deve manter o patamar em 2010. No primeiro semestre, as lojas venderam R$ 6,7 bilhões, 40% a mais que em 2009 e a meta para o fim do ano já foi revista de R$ 13,6 bilhões para R$ 14,3 bilhões.





fonte:Otempo

6 de agosto de 2010

Mundo industrializado come mais, mas pior do que antes

Comida pobre em fibras e rica em açúcar aumenta o risco de doenças

Ao analisar dois grupos de crianças - europeias e africanas - levando em consideração a dieta a que são submetidas, muitos apostariam que as que vivem nos países industrializados teriam uma alimentação mais saudável do que as africanas. Certo? Divulgado nesta semana, um estudo mostrou que pode não é bem assim.

Liderados por Carlotta De Filippo, do Departamento de Farmacologia Pré-Clínica e Clínica da Universidade de Florença, pesquisadores compararam as bactérias intestinais de 14 crianças saudáveis da etnia mossi, do vilarejo de Boulpon, em Burkina Fasso; e de 15 crianças igualmente saudáveis de Florença, na Itália, ambos os grupos com faixa etária entre 1 e 6 anos.

A análise de amostras fecais mostrou que as crianças africanas - cuja dieta é predominantemente vegetariana, baseada em fibras, legumes e cereais - têm a flora intestinal mais rica em microrganismos que ajudam na digestão, e presença menor daqueles associados à obesidade em adultos. Além disso, detectou-se nelas grande quantidade de ácidos graxos de cadeia curta, conhecidos por protegerem contra bactérias patogênicas.

As crianças do vilarejo de Boulpon têm alimentação rica em cereais, como milho, e em legumes e vegetais. A dieta é marcada pelo alto consumo de carboidratos (polissacarídeos), fibras e proteínas de origem não-animal. Hábitos alimentares que não mudaram muito desde o surgimento da agricultura, cerca de 10 mil anos atrás. O isolamento da aldeia, distante de áreas urbanas, foi decisivo para que a população mantivesse esses hábitos, bem diferente do que aconteceu com as crianças italianas. Com alimentação pobre em fibras e rica em gordura, açúcar e proteína animal, sua saúde leva desvantagem em relação ao primeiro grupo.

O estudo foi publicado na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences", dos EUA.

Comparações
Realidade africana. Boulpon é uma cidade no Departamento Nanoro de Boulkiemdé, em Burkina Faso, na África. Com uma população de 4.431 pessoas da etnia mossi, o vilarejo não possui estradas. Sua economia é baseada em atividades pastoris, coleta e agricultura de subsistência.

Realidade europeia. Berço do Renascimento italiano e uma das cidades mais belas do mundo, Florença é também um dos municípios mais ricos da Itália, com população de cerca de 370 mil habitantes.

Análise
Consequência da globalização

Roma. As amostras indicaram que as crianças italianas têm uma menor variedade de microrganismos intestinais – apontados pelo estudo como “um órgão essencial que ajuda a digerir o alimento e proteção contra patógenos e inflamação”.

A hipótese levantada pelos pesquisadores é de que o consumo de açúcar, gordura animal e alimentos altamente calóricos – ou seja, uma dieta tipicamente ocidental – esteja por trás dessa diferença.

Esses alimentos poderiam limitar o potencial adaptativo dos microrganismos no intestino.

Evolução. Do outro lado, os microrganismos intestinais das crianças africanas teriam evoluído com a exposição a uma grande variedade de micróbios do ambiente e com uma dieta rica em fibras – permitindo maior ganho de energia com a ingestão dos polissacarídeos, bem como proteção contra inflamações e doenças infecciosas do cólon.

“A redução na riqueza microbiana pode ser um dos efeitos indesejáveis da globalização e do consumo de alimentos genéricos e não contaminados”, dizem os autores da pesquisa em relação à era do consumo industrializado.

Uma perda que talvez possa ser reparada com a diminuição de fritas, pizzas e outras guloseimas.

fonte:Otempo

14 de julho de 2010

LG Eletronics faz recall de 61 mil TVs por problema em capacitores

Um problema nas peças pode levar à queima da fonte de alimentação dos aparelhos

A LG Eletronics anunciou nesta terça-feira recall de televisores Time Machine para a substituição dos capacitores e transitores. A estimativa do Ministério Público do Rio de Janeiro é de que 66,1 mil aparelhos podem estar envolvidos na convocação.

Um problema nas peças pode levar à queima da fonte de alimentação dos aparelhos, fazendo com que eles não liguem.

Foram convocados os proprietários dos modelos 32LB9RTB/32LB9RTA, números de série 712AZ até 811AZ, e do 42LB9RTA, números de série 802AZ, 804AZ, 806AZ e 808AZ. É preciso entrar em contato com a central de atendimento pelo telefone 0800 726 8160. Não há custos para a substituição das peças e nem pela mão de obra.

Segundo comunicado da LG Eletronics, "para agilizar o atendimento de todos os consumidores, aqueles cujo televisor estiver funcionando normalmente deverão comparecer às assistências técnicas autorizadas se e quando a referida situação vier a acontecer".

A empresa explica que foi constatado que os capacitores sofrem uma perda paulatina de força, de modo que, com o passar do tempo, o televisor pode apresentar falhas nas função liga e desliga.

A fabricante de televisores também informa que os consumidores que tiveram gastos com o conserto desses aparelhos devem entrar em contato com a central de atendimento para serem reembolsados.

JUSTIÇA

No mês passado, o Ministério Público do Rio de Janeiro informou que a LG tinha se comprometido a fazer a convocação dos 66,1 mil aparelhos de TV.

A LG informou ao órgão que o capacitor foi utilizado só em aparelhos Time Machine 2 produzidos entre dezembro de 2007 e novembro de 2008. Cerca de 65% deles estão no Estado de São Paulo.

Em maio, a Justiça do Rio determinou, em liminar, que a LG substituisse as TVs que apresentem defeito no capacitor ou que devolvesse ao consumidor o dinheiro pago, devidamente corrigido. Em ação civil pública, a Promotoria sustentou que a empresa manteve a venda mesmo sabendo da falha de fabricação.


fonte:folha

21 de maio de 2010

Sem corrupção, o brasileiro poderia ser até 27% mais rico



Propina, mensalão, superfaturamento, dinheiro na meia ou na cueca. Tudo isso faz o Brasil perder, por ano, entre R$ 41,5 bilhões e R$ 69,1 bilhões, segundo estudo do departamento de competitividade e tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Numa escala de zero a 10 feita pela ONG Transparência Internacional - pela qual quanto menor a pontuação, maior é o índice de corrupção - o país tem 3,7 pontos. Se tivesse a mesma pontuação das nações menos corruptas (7,45), o brasileiro poderia ser 15,5% mais rico.

O levantamento mostra que, hoje, cada brasileiro recebe em média R$ 14,47 mil por ano, e passaria a receber R$ 16,71 mil, ou seja, 4,4 salários mínimos a mais. Se a corrupção não existisse, o aumento da renda per capita (R$ 18.388) seria de 27%, o equivalente a quase oito salários mínimos a mais.

"Se o nível de corrupção no país diminuísse, mais recursos seriam liberados para as atividades produtivas, o que poderia gerar mais empregos, mais infraestrutura e um maior crescimento econômico, o que se traduz em ganhos de competitividade", afirma o diretor do Decomtec, José Ricardo Roriz.

Na opinião do professor da área de administração pública do Ibmec, Miguel Augusto Barbosa Dianese, a produtividade é totalmente afetada, uma vez que os recursos desviados deixam de ser aplicados em melhorias para a população. Simulações feitas pela Fiesp mostram que, com os R$ 69,1 bilhões perdidos com a corrupção, o governo poderia ampliar o número de alunos matriculados na rede pública em 47%, ou elevar a quantidade de leitos para internação do SUS em 89%.

Dianese destaca que, quanto maior o índice de corrupção, pior fica a imagem do país no mercado internacional e menor será a captação de investimentos estrangeiros. De acordo com ele, uma das soluções para reduzir a ação de corruptos é acabar com a prática da carta-convite. Por esse modelo, em vez de realizar uma licitação, o governo tem a opção de convidar três empresas a apresentarem propostas para o serviço a ser contratado.

"É o gestor que escolhe quem convidar. Se fosse pelo processo de licitação, com a publicação de editais em jornais de grande circulação, a competitividade seria maior e seria mais fácil evitar favorecimentos", avalia.

Destaques
Veja quem ganhou e perdeu lugares no ranking, em relação a 2009:
Cingapura: 3º para o 1º
Hong Kong: manteve o 2º
EUA: do 1º para o 3º
Suíça: manteve o 4º
Austrália: do 7º para o 5º
Suécia: manteve o 6º
Canadá: do 8º para 7º
Taiwan: do 23º para o 8º
Noruega: 11º para o 9º
Malásia: 18º para o 10º
Índia: 30º para o 31º
Brasil: do 40º para o 38º



fonte:Otempo

8 de abril de 2010

Poupança tem o melhor primeiro trimestre em 13 anos

Os poupadores diminuíram o ritmo dos depósitos no mês passado, mas a caderneta de poupança terminou março novamente no azul: as aplicações superaram os saques em R$ 538,1 milhões. Esse foi o 11º mês consecutivo de captação de recursos. No primeiro trimestre de 2010, o mais tradicional investimento financeiro atraiu R$ 4,24 bilhões em novas aplicações, o melhor resultado trimestral desde 1997 e o segundo melhor desde a criação do real, em 1994.

Os números apresentados ontem pelo Banco Central mostram que o brasileiro continua guardando dinheiro, mas em menor volume. A captação de recursos das cadernetas em março foi exatamente a metade da verificada em fevereiro e 79,5% menor que a vista em janeiro. A redução da capacidade de poupar em meio à recuperação do mercado do trabalho pode sinalizar o aumento do gasto das famílias, dizem analistas.

Além dos novos depósitos, as cadernetas já existentes tiveram rendimento acumulado de R$ 1,62 bilhão no decorrer de março. Isso fez com que o mês terminasse com R$ 327,8 bilhões depositados no conjunto de todas as cadernetas existentes.

Apesar da redução do ritmo dos depósitos, o desempenho das cadernetas em março de 2010 não lembra em nada o cenário de um ano antes, ainda em meio aos desdobramentos da crise. Naquele mês de 2009, os saques superaram os depósitos em R$ 846,8 milhões. No primeiro trimestre do ano passado, as contas perderam R$ 582 milhões.

A Caixa Econômica Federal, líder no segmento com 34% das cadernetas, registrou a abertura de 964 mil novas poupanças nos três primeiros meses de 2010.




fonte:Otempo

16 de fevereiro de 2010

Dívida média do brasileiro equivale a 5 meses de renda

Valor total devido pelas famílias era de R$ 555 bilhões

Nunca o brasileiro deveu tanto. Entre cartões de crédito, cheque especial, financiamento bancário, crédito consignado, empréstimos para compra de veículos e imóveis - incluindo os recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) -, a dívida das famílias atingiu no fim do ano passado R$ 555 bilhões.

O valor é quase 40% da renda anual da população, que engloba a massa nacional de rendimentos do trabalho e os benefícios pagos pela Previdência Social.

A LCA Consultores constatou que, se os bancos resolvessem cobrar toda a dívida, levando em conta o empréstimo principal e os juros, de uma só vez, cada brasileiro teria de entregar quase cinco meses de rendimentos.

Em 2008, eram necessários 4,3 meses de salários, aposentadorias e pensões para quitar os empréstimos. Em dezembro do ano passado o índice era de 4,8 meses, a maior relação entre dívida e rendimentos da série histórica iniciada em 2001, quando dois meses de rendimentos serviam para pagar os empréstimos.

Apesar do endividamento recorde do consumidor, o estudo da LCA mostra que o comprometimento da renda mensal com financiamentos diminuiu nos últimos 12 meses, devido ao alongamento dos prazos de pagamento. De 2006 a 2009, os prazos médios quase que dobraram, passando de 17,3 meses para 31,1 meses.

Outros estudos confirmam que o endividamento do brasileiro é recorde. A Universidade de Brasília, com base no saldo de empréstimos com recursos livres e na massa de salários das seis regiões metropolitanas, sem contar SFH nem Previdência, conclui que o brasileiro em 2009 devia o equivalente a 10 meses e 20 dias de salário, a maior marca da série iniciada em 2004.

Em 2008, a dívida, nessa fórmula de cálculo, era menor: 10 meses e 2 dias de salário. Já para a Kantar Worldpanel (ex-Latin Panel), 65% dos dois mil lares visitados na Grande São Paulo e na Grande Rio pela consultoria tinham algum tipo de financiamento em 2009. No ano anterior, esse índice estava em 60%. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

fonte:G1

15 de janeiro de 2010

Volkswagen se transforma no maior acionista da Suzuki

A empresa japonesa de miniveículos informou que a transferência de ações foi efetuada e como foi acertado no dia 9 de dezembro

O fabricante alemão Volkswagen se transformou nesta sexta-feira no maior acionista da japonesa Suzuki Motor, com 19,9% de seu capital, ao completar a compra anunciada no mês passado.

A empresa japonesa de miniveículos informou que a transferência de ações foi efetuada e como foi acertado no dia 9 de dezembro, utilizando ações que recuperou recentemente da americana General Motors (GM). A Suzuki obteve 222,480 bilhões de ienes (1,692 bilhão de euros) com a transação, pela qual vendeu 107,95 milhões de suas ações a Volkswagen, terceiro maior fabricante mundial.

As duas empresas anunciaram no dia 9 de dezembro uma aliança de capital dirigida a reforçar sua presença global, especialmente nos grandes mercados emergentes da China e da Índia. A Suzuki é o quarto maior fabricante japonês de automóveis e terceiro de motocicletas no mundo, enquanto é líder mundial no segmento de miniveículos, aqueles com motor de até 660 centímetros cúbicos.

fonte:Terra

15 de dezembro de 2009

Google vai vender celular diretamente aos clientes

Empresa vai lançar smartphone e ignorar as operadoras de celular

O Google deve lançar no começo do ano que vem (talvez já em janeiro) o seu próprio aparelho de celular, entrando de vez na concorrência com a Apple, fabricante do iPhone, e a RIM, dona do BlackBerry.

E a empresa de buscas deve ignorar as operadoras de celular e vender o aparelho diretamente aos consumidores – ou seja, será preciso contratar o plano separadamente, afirma o jornal norte-americano The Wall Street Journal. Em seu blog oficial, o Google informou no fim de semana alguns funcionários já estão testando um "um novo aparelho móvel" que usa o sistema operacional Android, plataforma para celulares criada por um grupo de companhias liderado pela empresa de buscas.

No texto o Google não diz quem vai fabricar o aparelho, mas o WSJ diz que a HTC será responsável pela produção. Já surgem na internet, em sites famosos na área como o Engadget e Techcrunch, supostas imagens do aparelho, que se chamaria Nexus One. O celular deve ter tela sensível ao toque, como o iPhone.

Os rumores sobre o lançamento de um celular do Google existem há anos. Em 2008 chegaram ao mercado os primeiros celulares com a plataforma Android, que ganhou muita atenção neste ano, na medida em que as fabricantes de celulares buscam formas de superar o iPhone. Mas os aparelhos são vendidos pelas marcas fabricantes, como HTC e Motorola, e apenas com o sistema operacional do Google.

Analistas dizem que o objetivo do Google agora é ganhar acesso a informações importantes sobre os usuários, o que contribui para o principal produto da empresa, o sistema de buscas, e não tanto ganhar dinheiro com a venda dos aparelhos, como fazem as fabricantes de celular.

fonte:R7

10 de dezembro de 2009

Com controle da Sanyo, Panasonic supera Sony em tamanho

A empresa de eletrônicos e eletrodomésticos Panasonic, divulgou uma fusão nesta quinta-feira (10), onde assume o controle da Sanyo. A ação cria um grupo maior em tamanho que a Sony.

Em novembro, a Panasonic apresentou uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) das ações da Sanyo. A meta era adquirir metade do capital.

A operação foi concluída na quarta-feira. De acordo com a Panasonic, 50,2% das ações da Sanyo foram adquiridas.

fonte:Otempo

4 de dezembro de 2009

Pão de Açúcar anuncia acordo de fusão com as Casas Bahia

Operação consolida o Pão de Açúcar na liderança do varejo nacional

Pão de Açúcar faz acordo para compra das Casas Bahia, diz jornal Pátria vende Casa do Pão de Queijo por R$ 70 milhões Hypermarcas celebra contrato de aquisição de preservativos Olla Erro em site do Ponto Frio eleva preço de computador para R$ 100 mil Balanço mostra que lucro do Pão de Açucar cresceu 2,5 vezes

O Grupo Pão de Açúcar anunciou nesta sexta-feira (4) ter fechado um acordo de fusão com as Casas Bahia. Segundo comunicado divulgado ao mercado, o contrato "visa a integração dos seus negócios no setor de varejo e de comércio eletrônico". A associação vai unir as operações do Ponto Frio (Globex), das Casas Bahia e do Extra Eletro (Grupo Pão de Açúcar) em uma única e nova sociedade.

A decisão ainda precisa ser aprovada em assembleia dos acionistas e também pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Com a aquisição, o Pão de Açúcar se consolida na liderança do varejo brasileiro. O grupo tem participação da rede varejista francesa Casino na sociedade.

O valor da aquisição não havia sido divulgado até por volta das 11h30. Mais detalhes sobre a operação serão divulgados pelo presidente do conselho de aministração do Pão de Açúcar, Abílio Diniz, e pelo dono das Casas Bahia, Samuel Klein, em entrevista marcada para a manhã desta sexta.

40 bilhões

De acordo com a nota, a empresa resultante da operação terá 1.582 lojas, em 337 municípios, incluindo super e hipermercados. As unidades estão em 18 estados e no Distrito Federal. O faturamento anualizado da Companhia (2008) com Ponto Frio e Casas Bahia está ao redor de R$ 40 bilhões.

Em junho deste ano, o Pão de Açúcar anunciou a compra da rede de varejo de eletrônicos e eletrodomésticos Ponto Frio, por R$ 824,5 milhões, retomando a liderança do varejo brasileiro, que havia sido perdida para o grupo francês.

Empresas

Aos 57 anos, as Casas Bahia têm cerca de 500 lojas em 11 estados do país. No ano passado, a empresa teve um faturamento de R$ 13,7 bilhões. Em fevereiro, acuada pelo avanço de outros varejistas, a rede lançou seu site de vendas pela internet, com um investimento de R$ 3,7 milhões.

Em 2008, o Grupo Pão de Açúcar registrou vendas brutas de R$ 20,9 bilhões, em suas 597 lojas, em 14 estados e no Distrito Federal. Com a compra do Ponto Frio, o número de lojas alcançou 1.055 e as vendas anuais chegaram a R$ 26 bilhões, em dados de junho.

No terceiro trimestre, o lucro consolidado do Pão de Açúcar foi duas vezes e meia maior que o obtido um ano antes, de R$ 171 milhões no terceiro trimestre, apoiado em aumento nas vendas e contenção de despesas.

As vendas líquidas sob o conceito "mesmas lojas", que incluem apenas as lojas com no mínimo 12 meses de operação e por isso excluem as operações do Ponto Frio, subiram 12,9%. O faturamento sem incluir aquisição somou R$ 5,07 bilhões, ante R$ 4,40 bilhões no terceiro trimestre de 2008. Incluindo o Ponto Frio, a receita líquida foi de R$ 6,15 bilhões nos três meses encerrados em setembro.

Além das lojas do Pão de Açúcar e Ponto Frio, o grupo também detém as bandeiras Comprebem, Sendas, Extra e Assaí.

fonte:AE

11 de novembro de 2009

iPhone fracassa e Nokia cresce em vendas no Brasil

A demora da chegada do produto ao país e o preço elevado foram os motivos apontados para o fraco resultado

As vendas do iPhone no Brasil foram um "fracasso" na análise das operadoras. Alguns institutos de pesquisa afirmam que, até agosto, foram vendidos no país 175 mil aparelhos da Apple. Entre os fabricantes, circula um número diferente, um pouco superior a 100 mil unidades.

A demora da chegada do produto ao país e o preço elevado foram os motivos apontados para o fraco resultado. As operadoras brasileiras levaram um ano negociando com a Apple para quebrar seu protocolo comercial e lançar o aparelho no país.

Nesse período, nunca se falou tanto de iPhone e smartphones (celulares inteligentes que navegam na internet). Mas quem ganhou com isso foi a finlandesa Nokia. Seu N95 vendeu um pouco mais de 1 milhão de unidades apenas nesse período de espera pelo iPhone.

No começo do ano passado, os smartphones representavam 4% das vendas de celular no país. Com o iPhone, esse número saltou para 12% no Brasil, mas a Apple não ficou nem com 1% das vendas, de acordo com fabricantes e analistas.

Para as operadoras, as vendas ficaram 30% abaixo do esperado. O fator principal é o preço. A Folha apurou que, um dos motivos do valor elevado, foi imposição da própria Apple, que tentou "elitizar" o produto.

A Apple exigiu das operadoras não somente um plano exclusivo de dados atrelado ao iPhone como também impôs, naquela ocasião, um preço de US$ 600 para a importação do modelo que era vendido nas lojas dos Estados Unidos por US$ 400. Por um esforço de marca, as operadoras aceitaram.

Apesar das vendas abaixo do previsto, os acessos à internet são maiores via iPhone. Um levantamento da Predicta, que monitora o tráfego da rede no país, revela que 63% dos acessos à rede via celular ocorrem atualmente via iPhone. Em termos de receita, o resultado ainda é pequeno.

fonte:folha online

9 de novembro de 2009

Troca-se o serviço, não o mal

Telefonia, TV ou internet, clientes estão reféns da má qualidade

SÃO PAULO. O consumidor que troca de operadora de telefone, TV a cabo ou internet para se livrar de problemas na qualidade do serviço ou do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) pode apenas transferir seu calvário. O setor de telefonia, é, como sempre, um dos vilões.

Principalmente depois que a Anatel autorizou a portabilidade numérica em setembro de 2008.
A diretora de escola Regina Delduque conta que estava com problemas com serviços da Net, que acabara de contratar em março. O telefone e a internet não funcionaram, e o SAC não resolvia.

Regina cancelou o contrato, mas o pior ainda estava por vir.Após solicitar os serviços da Telefônica, calcula que ficou três meses esperando a religação da linha. Tornou-se uma colecionadora de protocolos e ouviu diversas vezes do SAC a informação de que tudo estaria resolvido entre 48 e 72 horas.

Frustrada como consumidora, reclama: "Somos reféns das empresas, sem falar no caos dos serviços de call center. Uma empresa joga a culpa para a outra. Ninguém resolve.’’

Caminho inverso, mas com decepção semelhante, foi percorrido pela relações institucionais Patrícia Herculano. Ela estava revoltada com seu serviço de telefonia. Ouvia intermináveis musiquinhas e diz que chegou a ser maltratada por um atendente em razão de uma conta atrasada. "Ele me constrangeu da forma como me cobrou.’’

Patrícia decidiu se livrar então da empresa e solicitou o serviço para a Net, aproveitando tarifas que achou "atrativas’’. Desde então, diz sofrer quedas diárias de sinal de telefone e internet. "Cometi o gravíssimo erro de trocar seis por meia dúzia.’’

Também tentou se livrar da empresa de telefonia a gerente de Academia de Ginástica Cristina Savoy. Ela afirma que, quando morava com seu tio, convivia com as constantes panes. Resolveu mudar para "fugir da encrenca’’, mas seus "novos’’ problemas começaram na instalação. O técnico da empresa ficou três horas no local, mas não conseguiu concluir a instalação. Ela conta ainda que esperou sentada novas visitas marcadas e que recebeu uma fatura de R$ 153,90, em vez do valor correto de R$ 129,90.

Guilherme Mesquita sofria com um celular da Sony Ericsson, que parou de funcionar. Conseguiu uma troca. Contudo, como precisava de um segundo aparelho, decidiu buscar outra marca e optou pela Motorola. O mesmo defeito, porém, chegou na primeira semana.

fonte:otempo

SMS no Brasil ainda é caro e pouco usado

Preço de R$ 0,40 pode até ser mais alto do que rápidas ligações

A vendedora Graziela Santos, 28, tem o hábito de enviar mensagens de texto pelo celular (SMS ou torpedos) praticamente todos os dias. "Eu mando muitas mensagens e recebo muitas também. Uso para fofocar com as amigas", diz. Mesmo usando constantemente o serviço, ela não sabe quanto custa, nem tem um pacote especial para reduzir os custos. "É mais barato do que ligar, mas eu não sei quanto custa. Vou mandando até o crédito acabar’, diz ela, que gasta cerca de R$ 70 por mês entre ligações e mensagens.

Como ela, muitas pessoas nem imaginam o preço que pagam pelos torpedos, nem sabem que há formas de economizar. Em média, um SMS custa R$ 0,40 no Brasil. Na maioria das vezes, é bem mais barato do que o minuto de ligação, que supera R$ 1 para celulares pré-pagos, mas o preço do torpedo ainda é considerado alto se comparado a outros países. "Nos Estados Unidos e na Venezuela existem pacotes de torpedos ilimitados e cada mensagem pode custar US$ 0,02", diz o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude.

Segundo ele, o alto preço se deve à baixa utilização. Em um mês, cada brasileiro usuário de celular envia, em média, 11 mensagens de texto. Nos Estados Unidos, a média é de 285 torpedos por mês. "As operadoras têm que criar demanda por esse serviço, mas elas não incentivam para valer o uso do SMS no Brasil", diz.

No país, o SMS tem participação baixa no faturamento das empresas do setor, entre 5% e 8%.

Pacotes. Eduardo Tude diz que para economizar, os consumidores podem optar por pacotes de torpedos, que são oferecidos por todas as operadoras. "O SMS avulso é muito caro, mas nos pacotes o preço cai bastante", avalia.

Na Claro, o torpedo custa R$ 0,30 em qualquer plano, mas o cliente que opta por pacotes pode ter uma economia de até 81%. Esse percentual vale para quem compra 2.000 torpedos por mês, em um pacote de R$ 109,90. Cada mensagem sai por R$ 0,055.

Em todas as operadoras, há planos com pacotes de mensagens incluídas.

Viagens. Em viagens, o SMS pode ser a opção mais barata. Enquanto para fazer ligações o cliente paga deslocamento e outras taxas, o preço do torpedo se mantém inalterado, quando o destino é nacional.

Para o exterior, o preço sobe, mas ainda é mais vantajoso. Na Tim, o cliente que enviar torpedo do Brasil para uma operadora estrangeira paga R$ 0,59. O valor do torpedo nacional na operadora é R$ 0,39. Se o cliente estiver em viagem, o preço da mensagem depende do continente visitado.

Na Claro, o envio de torpedo do exterior para o Brasil custa US$ 0,60. Para comparar, o minuto de ligação dos Estados Unidos para o Brasil custa US$ 3,53.

fonte:otempo

25 de outubro de 2009

Lucro da Microsoft cai 18% no trimestre para US$ 3,6 Bi

A Microsoft informou queda de 18% no lucro do primeiro trimestre fiscal, para US$ 3,57 bilhões

A Microsoft esmagou as expectativas de lucro e vendas que havia no mercado financeiro dos Estados Unidos nesta sexta-feira (22), ao divulgar balanço trimestral.

A Microsoft informou queda de 18% no lucro do primeiro trimestre fiscal, para US$ 3,57 bilhões, ou US$ 0,40 por ação, contra US$ 4,37 bilhões, ou US$ 0,48 por ação, no mesmo período um ano antes. O mercado financeiro nos Estados Unidos contava com números muito piores, prevendo lucro de US$ 0,32 por ação, em média, segundo a Thomson Reuters.

As vendas desabaram 14%, para US$ 12,92 bilhões, parcialmente reduzidas por uma postergação de US$ 1,47 bilhão de receitas para trimestres futuros relacionadas à atualização gratuita do Windows 7 para recentes compradores do sistema antecessor Vista. O número ultrapassou a estimativa média de analistas de US$ 12,31 bilhões.

Os resultados da Microsoft estão atrelados às vendas de computadores, que subiram no último trimestre em cerca de 2% após dois trimestres de declínio. A companhia não inclui nenhuma pré-venda do Windows 7 no balanço, oferecendo esperanças de que o atual trimestre mostrará um aumento nas vendas do novo sistema operacional.

Análise
"A Microsoft está de volta. Eles são capazes de ter sucesso apesar da intensa concorrência da Apple e do Google", afirmou Katherine Egbert, analista da Jefferies & Co. "Os números foram inacreditáveis."

Depois da divulgação, as ações da Microsoft atingiram o nível mais alto desde junho de 2008. Os resultados seguem lucros melhores que o previsto das gigantes do segmento Intel, Google e Apple.

"Você está vendo algum benefício da melhora nos computadores da qual ouvimos falar", disse Brendan Barnicle, do Pacific Crest Securities. "Essa é uma tendência. Eles tiveram um bom impulso e irá acelerar agora que você tem o Windows 7 no mercado."

fonte:G1

16 de setembro de 2009

Governo confirma proposta de taxar poupança acima de R$ 50 mil em 22,5%

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira (15) que a proposta que cria o imposto de renda sobre os rendimentos da caderneta de poupança com valores acima de R$ 50 mil reais terá uma alíquota fixa de 22,5%.

O ministro voltou a afirmar que os pequenos poupadores não serão afetados uma vez que, segundo ele, 99% das pessoas que usam esse tipo de investimentos tem menos de R$ 50 mil na caderneta. A mudança envolverá todas as contas, mesmo as abertas antes da nova medida.

A ideia do governo é que o novo imposto comece a vigorar no início do ano que vem, mas ainda é preciso aprovar a medida no Congresso Nacional até dezembro. De acordo com Guido Mantega, o proposta será enviada ainda nesta semana ao legislativo.

7 de setembro de 2009

Independência de Lula é bobagem

Embalado pelo clima pré-eleitoral, o presidente Lula disse que o pré-sal é a segunda independência do Brasil. É uma enorme bobagem.

Se recursos naturais garantissem civilidade, não haveria tantos países tão autoritários e corruptos nadando em petróleo, a começar de nossa vizinha Venezuela. Há muita gente, aliás, que diz o contrário - o excesso de recursos naturais não estimula investimentos em ciência e tecnologia.

Daí que toda essa euforia em relação ao pré-sal ainda não conseguiu me animar, até porque vejo que querem dar mais poder ao Estado, que, no Brasil, muitas vezes é privatizado por interesses corporativos, políticos e empresariais.

Sem contar que o petróleo é um produto que polui.

Por isso, o que mais me interessa nesse debate é se, com esse dinheiro do petróleo, haverá mesmo um fundo de estímulo à geração e disseminação de conhecimento, com gastos em educação, ciência e tecnologia.

A segunda independência do Brasil (ou talvez até seja a primeira) pode ser comemorada, de fato, quando tivermos educação pública de qualidade para todos. É a educação que garante autonomia e independência dos indivíduos.

*

Não me sinto comemorando nossa independência nem com petróleo nem com parada militar. Muito menos nesse, ano quanto se comemora o fechamento de um negócio. A presença do presidente francês sela o acordo de compra de bilhões em armamentos para o Brasil.