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4 de junho de 2010

Veja novo celular e carregador para bicicleta

O Nokia Bicicle Charger Kit usa o movimento para carregar o telefone O primeiro modelo é o C1, que será vendido pelo preço sugerido de 30 euros - cerca de R$ 66.O modelo C2 armazena o primeiro SIM card abaixo da bateria, e o segundo fica em uma entrada que pode ser acessada mesmo com o telefone ligado.O carregador começa a funcionar quando a bicicleta atinge uma velocidade de 6 km/h, com limite de 50 km/h



















fonte:Terra

"Rapidinha do dia": Seu e-mail te condena!

Aposto que você nunca imaginou que seu endereço de e-mail pudesse falar tanto de você, ainda mais de suas habilidades com o computador. Pois é... parece que o domínio de seu email pode sim ser bem revelador.

Confira abaixo uma tabela hilária, que mostra que o que tem depois do "@", diz bem mais do que imaginávamos.

fonte:Techguru

Brasil obtém segundo lugar em ranking de consumo "verde"

Desempenho do país melhorou neste ano, mas ficou pior do que o obtido em 2008

Lista foi elaborada após entrevistas com 17 mil pessoas em 17 países

O Brasil ficou em segundo lugar em um ranking de "consumo verde" compilado pela National Geographic Society, uma instituição científica e educacional com sede nos Estados Unidos. A lista foi elaborada por meio de entrevistas com 17 mil pessoas em 17 países, entre emergentes e avançados, e mediu os hábitos em relação a consumo e estilo de vida em 65 quesitos - entre eles, transporte, moradia, meio ambiente e alimentação. Elaborado há três anos, o ranking chamado Greendex - uma fusão das palavras "índice" (index) e "verde" (green) em inglês - foi novamente encabeçado pelas economias emergentes, com Índia, Brasil, China, México e Argentina.

Norte-americanos e canadenses ficaram na lanterna, embora esses dois países venham registrando progressos no comportamento ambiental desde o início da medição, em 2008. A nota do Brasil foi 58 pontos, maior do que no ano passado (57,3), mas menor do que em 2008 (58,6).

Refletindo uma tendência geral, o melhor desempenho brasileiro foi na questão da moradia, que procura avaliar o impacto ambiental das residências. Em geral, afirmou a National Geographic Society, os brasileiros tendem a morar em casas relativamente pequenas dentro da amostragem (91% dos entrevistados disseram morar em residências com menos de quatro cômodos) e usam pouco ar condicionado e aquecimento.

Nos Estados Unidos e Canadá, por exemplo, cerca de 16% dos ouvidos disseram morar em casas com dez cômodos - uma incidência muito maior que a média. Nesses países, as residências também tendem a ser equipadas com infraestrutura de aquecimento e ar-condicionado.

Por outro lado, disse a National Geographic, os norte-americanos foram os que mais fizeram mudanças e adaptações para aumentar a eficiência energética em suas casas, tal como consertar janelas e criar condições de isolamento térmico.

No quesito alimentação, o desempenho brasileiro foi prejudicado pelo alto consumo de carne - 60% dos brasileiros, 57% dos argentinos e 41% dos norte-americanos e mexicanos comem carne diversas vezes por semana. Na Índia, 81% se disseram vegetarianos.

Outro quesito medido pelo índice foi o de transporte, um setor que responde por quase 20% das emissões de gases que causam o efeito estufa. Aqui os norte-americanos foram os últimos colocados, com 19% dos norte-americanos afirmando ter pelo menos três carros em casa (a média geral foi 7%). Essa tendência é piorada pelo fato de, na metade dos casos, esses veículos serem de grande porte, como tratores e utilitários esportivos.

Nesse quesito, os brasileiros tiveram desempenho pior do que há três anos. Entretanto, ainda assim ficaram em 6º lugar, porque tendem a ter carros mais compactos e mais frequentemente motocicletas, menos poluentes que automóveis.

Índice ainda avaliou atitudes quanto ao meio ambiente
Londres. O índice também avaliou as atitudes em relação ao meio ambiente. Por um lado, os brasileiros não são os que mais citam a questão espontaneamente como um dos grandes desafios do país. Por outro lado, quando perguntados, os entrevistados no país manifestam preocupação com problemas ambientais como a poluição de água e do ar, a mudança climática e a destruição de ecossistemas e biodiversidade.
"As melhorias em todo o mundo são positivas, mas ainda existe uma necessidade urgente de que as pessoas percebam como o seu comportamento afeta o meio ambiente e encontrem maneiras de reduzir sua pegada ambiental", disse o vice-presidente executivo para os programas da National Geographic, Terry Garcia. "Nossa esperança é incentivar a conscientização dos consumidores".





fonte:otempo

A saudade do servo introjetada na velha diplomacia brasileira

Não há mais oprimido e opressor, mas o cidadão livre

Hegel, em sua "Fenomenologia do Espírito", analisou a dialética do senhor e do servo. O senhor se torna tanto mais senhor quanto mais o servo internaliza em si o senhor, o que aprofunda ainda mais seu estado de servo. A mesma dialética identificou Paulo Freire na relação oprimido-opressor em sua obra "Pedagogia do Oprimido". Quer dizer, o oprimido hospeda em si o opressor e é exatamente isso que o faz oprimido. A libertação se realiza quando o oprimido extrojeta o opressor e começa uma nova história na qual não há mais oprimido e opressor, mas o cidadão livre.

Escrevo isso a propósito dos grandes jornais, com referência à política externa do governo Lula no seu afã de mediar, junto com o governo turco, um acordo com o Irã a respeito do enriquecimento de urânio para fins não militares. Ler nesses jornais, seus editoriais e seus articulistas, reféns do tempo da Guerra Fria, a lógica de amigo-inimigo, é simplesmente estarrecedor. "O Globo" (24.5) fala em "suicídio diplomático". Bem que poderiam colocar no cabeçalho de seus jornais "Sucursal do Império", pois sua voz é mais eco da voz do senhor imperial do que do jornalismo que objetivamente informa e honestamente opina.

As opiniões revelam pessoas que têm saudades desse senhor imperial internalizado, comportando-se como súcubos. Não admitem que o Brasil de Lula ganhe relevância mundial e se transforme num ator político importante como o repetiu, há pouco o secretário geral da ONU, Ban Ki-Moon. Querem vê-lo na periferia colonial, alinhado ao patrão imperial, qual cão amestrado e vira-lata. Posso imaginar o quanto esses jornais sofrem ao ter que aceitar que o Brasil nunca poderá ser o que gostariam que fosse: um Estado agregado como é o Hawai e Porto Rico. Como não há jeito, a maneira de atender à voz do senhor internalizado é difamar, ridicularizar e desqualificar, de forma até antipatriótica, a iniciativa e a pessoa do presidente. Este é notoriamente reconhecido, mundo afora, como excepcional interlocutor, com grande habilidade nas negociações e dotado de singular força de convencimento.

O povo brasileiro abomina a subserviência aos poderosos e aprecia, às vezes ingenuamente, os estrangeiros e os outros povos. Sente-se orgulhoso de seu presidente. Ele é um deles, um sobrevivente da grande tribulação que as elites, tidas por Darcy Ribeiro como das mais reacionárias do mundo, nunca aceitaram porque pensam que seu lugar não é na Presidência, mas na fábrica. Mas a história quis que fosse presidente e que comparecesse como um personagem de grande carisma, unindo em sua pessoa ternura para com os humildes e vigor para sustentar suas posições.

O que estamos assistindo é a contraposição de dois paradigmas de fazer diplomacia: uma velha, imperial, intimidatória, do uso da truculência ideológica, econômica e eventualmente militar, inimiga da paz e da vida, que nunca trouxe resultados duradouros. E outra, do século XXI, que se dá conta de que vivemos numa fase nova da história, dos povos que se obrigam a conviver harmoniosamente num pequeno planeta, escasso de recursos e semi-devastado. Para essa nova situação, impõe-se a diplomacia do diálogo incansável, da negociação do ganha-ganha, dos acertos para além das diferenças. Lula entendeu essa fase planetária. Fez-se protagonista do novo, da estratégia que pode efetivamente evitar a praga da guerra que só destrói e mata. Agora, ou seguiremos essa nova diplomacia, ou nos entredevoraremos. Ou Hillary ou Lula.

Escrito por:LEONARDO BOFF
Teólogo - lboff@leonardoboff.com

3 de junho de 2010

Computex 2010: MSI apresenta Sketchbook, híbrido de notebook e tablet.

O protótipo se chama Sketchbook e traz um teclado giratório que traz em cada lado uma opção de utilização, de um lado as teclas e do outro um touchpad gigante.

A MSI revelou que o foco deste produto são artistas mexem com imagens, design e criação de imagens e estampas digitais. A empresa tem serias intenções de colocar em breve o produto no mercado, mas não deu nenhuma outra imformação de hardware utilizado, data de lançamento ou preço de venda.

Além do Sketchbook, a MSI ainda trouxe dois modelos All-in-one capazes de 3D. São dois desktops: Wind Top AE2420 3D, com Intel Core i5-650 (3.2 GHz), placa gráfica ATI mobility Radeon com 1 GB, 4 GB de RAM, monitor de 24 polegadas Full HD Multitouch LCD com tecnologia 3D.

O outro modelo é o WindTop AE2400, com monitor de 24 polegadas, Full HD Multitouch LCD com tecnologia 3D, placa gráfica ATI Radeon e processador Core 2 Quad Q9400s ou Core 2 Duo E5400.


fonte:Techguru

Jovens se sentem mais solitários do que pessoas idosas

Uma pesquisa feita na Grã-Bretanha revela que jovens se sentem mais solitários do que adultos com mais de 55 anos. O levantamento, intitulado "The Lonely Society" (em tradução literal, a sociedade solitária), foi feito com 2.256 participantes.

Quase 60% dos ouvidos com idades entre 18 e 34 anos disseram que sentem solidão com frequência ou às vezes. O número cai para 35% entre entrevistados com 55 anos ou mais.
A pesquisa revela também que a tecnologia pode acentuar o isolamento, mas também oferece meios de conectar as pessoas sem precedentes na história.

Quase um terço dos jovens entrevistados disseram que passam tempo demais se comunicando com a família online quando na verdade deveriam encontrá-los em pessoa.

O relatório constatou ainda variações de acordo com o sexo do entrevistado. Mais mulheres disseram sentir solidão do que homens. As mulheres também apresentaram maior tendência a sentir-se deprimidas como resultado disso.

O impacto biológico dessa ausência de contato pessoal não está claro. A Mental Health Foundation, entidade britânica que encomendou a pesquisa, indica o declínio na vida comunitária e o foco cada vez maior no trabalho como possíveis explicações para o problema.

"Os jovens com quem trabalhamos frequentemente nos dizem que falar com centenas de pessoas em sites de relacionamento não é como ter um relacionamento real e que quando usam esses sites frequentemente estão sozinhos em seus quartos", disse a diretora da entidade beneficente britânica YoungMinds, Sarah Brennan.

fonte:Otempo

Seu telefone toca, também, em seu cérebro

Uma nova pesquisa mostrou que nosso cérebro reage de forma especial quando ouvimos não só o toque de um telefone - mas quando reconhecemos aquele toque como nosso.

Pesquisadores alemães gravaram os toques de alerta de mensagens de 12 pessoas diferentes e depois tocaram todos, em ordem aleatória, no mesmo volume. Enquanto isso eles monitoravam a atividade cerebral das pessoas através de eletrodos fixados nas cabeças dos voluntários.

No primeiro teste, eles ouviram, algumas vezes, os toques enquanto estavam distraídos, assistindo um filme. No segundo não havia filme, mas os voluntários deveriam apertar um botão quando ouvissem o próprio toque de alerta. No terceiro, eles precisavam identificar um outro toque qualquer que não fosse o deles.

Como era de se esperar, áreas do cérebro ligadas à memória eram ativadas quando os participantes ouviam seu toque. Mas mais neurônios entravam em atividade quando eles deveriam identificar seu próprio toque do que qualquer outro.

2 de junho de 2010

Um a cada dez homens sofre de depressão após parto do filho

Cientistas dos EUA reavaliaram 43 estudos envolvendo 28 mil pais

Situação é mais frequente entre três e seis meses depois do nascimento

Um em cada dez pais sofre de depressão pré-natal ou pós-parto, uma condição que há muito tempo se acreditava só afetar as mães, de acordo com uma nova análise de dezenas de estudos anteriores. Os homens possuem risco maior de sofrer de depressão de três a seis meses depois do nascimento, e sua depressão muitas vezes está ligada à depressão da mãe, segundo artigo de um grupo de pesquisadores norte-americanos.

"Pode ser que a depressão da mãe tenha começado; pode ser a do pai; pode ter a ver com o temperamento da criança", disse James Paulson, da Eastern Virginia Medical School, em Norfolk, Virginia, principal autor do artigo publicado em maio no "The Journal of the American Medical Association". "Não sabemos muito sobre as causas, mas isso sugere que deveríamos fazer mais para examinar a depressão nos pais", disse.

A pesquisa analisou 43 estudos envolvendo 28.004 pais observados durante o período entre o primeiro trimestre de gravidez até um ano depois do nascimento.

Os pesquisadores concluíram que a estimativa geral de depressão paterna era de 10,4%, mais que o dobro da prevalência na população geral de homens, de 4,8%. Cerca de um quarto das mulheres sofrem de depressão durante a gravidez e cerca de um décimo apresentam depressão pós-parto.

Pais norte-americanos tiveram um risco maior de depressão do que os de outros países, com índices de 14,1%, contra 8,2% em outros lugares. Paulson disse que a disparidade pode ocorrer por diferenças culturais, além de políticas mais liberais de licença paternidade em outros países.

fonte:Otempo

Bactéria de planta pode ser responsável por chuva e neve

Organismo faz a água congelar em uma temperatura acima do normal

BOZEMAN, EUA. Caminhando pelo campus da Universidade Estadual de Montana, David Sands, patologista de plantas, diz que a camada de neve sobre as montanhas da cidade contém uma surpresa. A causa de grande parte dessa neve, disse ele, é uma bactéria chamada Pseudomonas syringae.

Nos últimos anos, Sands e outros pesquisadores reuniram evidências de que o esse grupo de bactérias bem conhecidas, que vivem em plantações agrícolas, é muito mais difundido e pode ser parte de um ecossistema meteorológico pouco estudado. O princípio é bem aceito, mas ainda não se chegou a um consenso sobre a amplitude desse fenômeno.

O modelo de precipitação meteorológica aceito é que fuligem, poeira e outras coisas inertes formam os núcleos das gotas de chuva e flocos de neve. Cientistas encontraram essas bactérias em abundância nas folhas de uma grande variedade de plantas selvagens e domésticas, incluindo árvores e gramíneas, em todos os locais que eles procuraram, incluindo o Estado de Montana, Marrocos, França no território canadense de Yukon e no gelo da Antártica. As bactérias foram encontradas em nuvens, córregos e valas de irrigação. Em um estudo sobre várias montanhas do Estado de Montana, 70% dos cristais de neve examinados tinham sido formados em torno de um núcleo bacteriano.

Mecanismo de Ataque. Algumas das bactérias promovem o congelamento como uma forma de atacar as plantas. Elas produzem proteínas que iniciam o congelamento em temperaturas mais altas do que o normal e o gelo de água resultante danifica a planta, dando às bactérias acesso aos nutrientes que elas precisam.

Essa habilidade de promover o congelamento de água em temperaturas de congelamento mais altas do que o normal levou Sands e outros cientistas a acreditarem que as bactérias são parte de um sistema não estudado. Após a bactéria infectar plantas e se multiplicar, disse ele, elas podem ser dispersas como aerossóis no céu, onde elas aparentemente motivam a formação de cristais de gelo (que se derretem ao cair rumo a terra, causando chuva) em temperaturas mais altas do que a poeira ou as partículas minerais que também funcionam como núcleos dos cristais de gelo.

"A chuva é um mecanismo que ajuda essas coisas a se moverem", disse Cindy Morris, patologista de plantas do Instituto Nacional Francês de Pesquisa Agrícola, que está estudando as bactérias.

Geladeira Natural. A habilidade da proteína na bactéria para produzir neve é bem conhecida. Estações de ski usam um canhão para jogar essa bactéria no ar junto com água para fabricar neve. Ela também é usada em tentativas de "semear nuvens" para criar chuva. Uma única bactéria, muito pequena para ser vista a olho nu, pode gerar moléculas de proteína suficientes para mil cristais de neve.

Os pesquisadores acreditam que existem outras bactérias e fungos que realizam a mesma coisa.

Roy Rasmussen, físico especialista em nuvens no Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica, diz que a pesquisa, realizada em grande parte por patologistas de plantas, renovou o estudo que físicos atmosféricos realizaram sobre as bactérias como causa de precipitação pluviométrica. Entretanto, algumas grandes questões continuam sem resposta.

"Essa é uma teoria razoável", disse Rasmussen. "Mas a central questão é: será que esses bichinhos entram na atmosfera em concentrações suficientes para terem um efeito? Acho que essas bactérias podem ser importantes para lugares específicos e épocas específicas, mas não são uma tendência global. Não é algo que deixamos passar". Traduzido por André Luiz Araújo

Instrumento

Precursores.Os cientistas atmosféricos Russ Schnell e Gabor Vali foram quem discorreram pela primeira vez sobre a importância das bactérias na formação de cristais de gelo nas nuvens em um artigo na revista "Nature" em 1970. Eles alegam que, na época, não tinham ferramentas suficientes para estudar melhor esse fenômeno.


Clima
Influência do micro-organismo teria implicação no aquecimento global

BOZEMAN. O interesse na bactéria Pseudomonas syringae cresceu graças a publicações recentes e dois encontros internacionais sobre o assunto. A patologista de plantas Cindy Morris estima que 30 cientistas de todo o mundo estejam pesquisando sobre o papel das bactérias na precipitação pluviométrica.

Se for constatada a importância das bactérias, isso significará que a destruição de vegetação para criação de pasto ou derrubada de árvores podem diminuir a presença das bactérias e contribuir para a seca. Por outro lado, como as bactérias crescem em algumas plantas e são escassas em outras, plantar a vegetação correta pode melhorar a precipitação de chuva.

A pesquisa continua. Na Inglaterra, cientistas estão voando literalmente no meio das nuvens para coletar amostras de água da chuva e analisando o DNA dos micróbios nelas. Pesquisas do Instituto Politécnico da Virgínia sequenciaram o DNA de 126 cepas de bactérias para criar uma base de dados que pode ajudar os cientistas a rastrear as bactérias até sua origem geográfica.

A pesquisa pode ter implicações para a mudança climática. Segundo o patologista de plantas David Sands, as bactérias não crescem em temperaturas acima de 27,7°C. Se as temperaturas ficarem muito quentes por um tempo prolongado, elas podem morrer.

fonte:Otempo

Cientistas tentam salvar mamífero venenoso

Há 76 milhões de anos o Hispaniolan solenodon sobrevive no Caribe

Londres, Reino Unido. Conservacionistas estão tentando salvar um dos mais estranhos e mais antigos mamíferos da Terra - o Hispaniolan solenodon. A equipe do projeto Os Últimos Sobreviventes busca descobrir como exatamente esse animal conseguiu durar 76 milhões de anos, enquanto todas as outras formas e vida ao seu redor foram extintas. O animal só é encontrado na iIlha de Hispaniola - que abriga a República Dominicana e o Haiti.

A chave para esse mistério pode estar na versão atual do animal. "Há um conceito de que o Hispaniolan solenodon é um `fóssil vivo´, porque parece ter retido algumas características, potencialmente ancestrais", disse Sam Turvey, da Sociedade Zoológica de Londres, que participa do projeto. Uma dessas características é a ranhura em seus dentes, que permite que ele injete veneno em suas presas, traço único entre os mamíferos atuais.

Os cientistas esperam que descobertas sobre as razões da sobrevivência da espécie ajude a evitar sua extinção nos dias atuais.


fonte:Otempo

Asa de borboleta inspira impressão de cédula

Nanodesign. Técnica previne falsificações ao gravar marcas moleculares

Nova York, EUA. Cientistas descobriram um meio de imitar as cores das asas de borboletas tropicais para aplicações na indústria de impressão segura - de cédulas de dinheiro a cartões de banco. A estratégia de copiar a natureza ajudaria a deter fraudes e falsificações.

Mathias Kolle, Ullrich Steiner e Jeremy Baumberg, todos da Universidade de Cambridge, estudaram a espécie Papilio blumei. A grande dificuldade dos pesquisadores, predominante até agora, é que suas cores não são dependentes de pigmentos, mas de estruturas microscópicas que lembram embalagens de ovos. Por meio de procedimentos de nanofabricação, Kolle e seus colegas criaram cópias idênticas do nanodesign natural, que reproduziram com sucesso as cores vívidas exibidas pelas borboletas. "Essas estruturas artificiais poderiam ser usadas para criptografar informação em assinaturas ópticas em cédulas ou outros itens de valor (como passaportes), para protegê-los contra fraudes e falsificações", explica Kolle.

A borboleta Papilio blumei é tão sofisticada que pode usar suas cores para acasalar - suas companheiras veem as asas azuis - ou para driblar predadores - para os quais as asas são verdes sobre o fundo predominantemente verde da vegetação. O estudo "Mimicking the colourful wing scale structure of the Papilio blumei butterfly" foi publicado na revista "Nature Nanotechnology".

fonte:Otempo