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8 de outubro de 2010

Perna biônica devolve o andar a deficientes

Nova york, EUA. A empresa norte-americana de tecnologia Berkeley Bionics anunciou ontem pela manhã o lançamento do eLEGS, um exoesqueleto criado para permitir que cadeirantes e pessoas com pouca mobilidade nas pernas consigam caminhar.
Inicialmente, o aparelho será oferecido nos centros de reabilitação norte-americanos para uso sob supervisão médica, mas a empresa planeja começar a vender o exoesqueleto para uso caseiro até 2013.
Segundo a empresa, o aparelho pode ser ajustado ao corpo da maioria das pessoas com alturas entre 1,60 m e 1,95 m e peso médio de 99 quilos em questão de minutos.
O eLEGS, quando acoplado ao corpo, consegue realizar movimentos de flexão de joelhos. Segundo a empresa, o movimento sem precedentes é traduzido em uma caminhada natural e simples em vários tipos de terreno.
A velocidade de caminhada com o auxílio do aparelho depende da aptidão de cada paciente, mas a Berjeley Bionics afirma que é possível caminhar cerca de 90 cm por segundo.
Como funciona. O dispositivo é alimentado por bateria e emprega uma interface baseada em sensores que captam os movimentos humanos. O sensor registra o que o usuário pretende fazer e age em conformidade. Um computador recebe informações dos sensores e calcula, em tempo real, todos os aspectos da passada.
Os primeiros testes clínicos do exoesqueleto começarão no início do próximo ano, em algumas clínicas de reabilitação dos EUA.
A Berkeley Bionics é fruto do trabalho acadêmico realizado pelo cientista Homayoon Kazerooni no Laboratório de Robótica e Engenharia da Universidade de Berkeley.
Cientista japonês criou máquina semelhante
Nova York. A proposta da eLEGS similar à do médico japonês Eiichi Saito. Ele afirma que o primeiro par de pernas robóticas capaz de fazer pessoas paralisadas da cintura para baixo voltarem a andar deve ficar pronto em dezembro. A fase de testes do equipamento está sendo concluída.
Com ele, deficientes físicos podem andar com as pernas mecânicas, controlando os movimentos por meio de botões. As pernas criadas por Saito têm seis motores: nos tornozelos, nos joelhos e na cintura. Depois que ele é acoplado ao corpo, o usuário pode escolher o tamanho da passada e a velocidade.

fonte:Otempo

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