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27 de janeiro de 2010

Empresa japonesa lança brinquedo movido a... açúcar!

Esqueça as pilhas. A fabricante japonesa de brinquedos Takara Tomy demonstrou uma linha de brinquedos, entre eles um carrinho de controle remoto, que funcionam movidos a açúcar. Mais precisamente qualquer líquido adocidado, entre eles refrigerantes e sucos de frutas.

O carrinho é um protótipo batizado de ene Cargo e foi apresentado durante a feira TOY Forum 2010 em Tóquio, no Japão. Ele usa um novo tipo de bateria biológica desenvolvida pela Sony que usa enzimas para "quebrar" carboidratos e gerar energia, num processo similar ao realizado em organismos vivos.

Segundo o site Gigazine qualquer bebida adocicada pode ser utilizada com combustível, embora suco de uva seja a opção mais eficiente. 3ml de Coca-Cola, por exempl o, seriam suficientes para alimentar um pequeno ventilador por cerca de uma hora.

A Takara Tomy também apresentou o "ene pocket Drink Cube", um cubo plástico que funciona como um gerador, transformando bebidas em energia para outros aparelhos. Prepare-se para, no futuro, recarregar o celular com aquele restinho de refrigerante sem gás que ficou no fundo da garrafa. Os produtos da linha ene, nome que significa "Entertainment New Energy" (Entretenimento e Nova Energia), ainda são protótipos e não tem prazo para chegar ao mercado nem preço definido.

fonte:Geek

Independência da esposa colabora com o casamento

Desde quando a feminista Betty Friedan instigou as mulheres a deixar a casa e buscar uma carreira, as pessoas discutem se os casamentos e as perspectivas românticas das mulheres sofreriam com isso. Será que uma mulher bem-sucedida financeiramente apresentaria uma ameaça ou um alívio para seu marido?

Na semana passada, um relatório do Centro Pew de Pesquisa sobre a "revolução das esposas" reacendeu esse velho debate. Baseado em um estudo sobre os dados do censo, Richard Fry e D’Vera Cohn, autores da pesquisa, descobriram que em aproximadamente um terço dos casamentos, a mulher tem mais estudo do que seu marido e, apesar disso, os índices de divórcio caíram nos Estados Unidos. A esposa agora é a responsável principal pela renda familiar em 22% dos casais - em 1970, isso acontecia em apenas 7% dos lares.

A mudança dos papéis econômicos de maridos e mulheres - os homens assumindo mais trabalho doméstico e as mulheres com um salário maior - levou um bom tempo para ser aceita pela sociedade. Entretanto, ela vem tendo um efeito surpresa sobre a estabilidade conjugal. Isso tem contribuído para reduzir os índices de divórcio.

"As mulheres não precisam se casar para conseguir estudos ou dinheiro, então, é mais provável que escolham homens que apoiam um relacionamento mais igualitário", disse Stephanie Coontz, diretora de pesquisa e educação do Conselho sobre Famílias Contemporâneas.

Inversão de papéis. A mudança dos papéis no casamento geralmente não é algo planejado pelos casais, mas uma reação a pressões financeiras inesperadas. É o que aconteceu com Cynthia e Brian Walder, que tiveram quatro filhos em cinco anos. Embora a primeira e segunda gestações tenham sido planejadas cuidadosamente, a gravidez surpresa de gêmeos significou custos com creche proibitivos se os dois continuassem em seus empregos. "Alguém tinha que largar o trabalho e ficar em casa", comenta Cynthia Walder, 34.

Seu trabalho em uma empresa de marketing dava benefícios de saúde à família. Então, Brian, 36, que era corretor de imóveis e consultor, ficou em casa. "Foi uma decisão difícil", disse ele. "Se você me perguntasse há cinco anos se eu faria isso, eu diria: ‘de jeito nenhum’".

Aceitação. Apesar de muitos acreditarem que a independência financeira da mulher aumenta o risco do divórcio, os números nos EUA mostram o contrário. Os divórcios diminuíram com o aumento dos ganhos financeiros da mulher. No final dos anos 1970, eram 23 divórcios por mil casais. Hoje, são 17 em cada mil. As estatísticas mostram que quanto mais independência financeira a mulher tem, maior a probabilidade de permanecer casada, segundo um relatório de 2009 do Centro para o Progresso Norte-Americano. Sociólogos e economistas dizem que mulheres financeiramente independentes podem ser mais seletivas com quem elas se casam. Elas também têm mais poder de negociação dentro do casamento, o que gera maior satisfação com o parceiro.



fonte:Otempo

Política perversa

Apesar de ter prometido que baixaria o preço da gasolina assim que o preço do barril de petróleo, derrubado pela crise internacional, tivesse uma recuperação, não há certeza de que isso vá acontecer. A Petrobras vai aproveitar a recuperação para reforçar seu caixa tendo em vista a exploração do pré-sal.

O Brasil vai continuar a ter uma das gasolinas mais caras do mundo. Segundo uma pesquisa da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o preço que os brasileiros pagam pelo litro do produto é superior em 80% ao que pagam os consumidores mais perdulários do mundo, os norte-americanos.

A média de preços do litro no Brasil, na semana passada, era de R$ 2,59. O valor é superior aos preços praticados no Chile (R$ 2,02) e Argentina (R$ 1,53), que produzem petróleo, e Paraguai (R$ 1,45), que não produz. Com mais uma diferença: nenhum desses países adiciona álcool à gasolina.

O preço da nossa gasolina só é igual ao do litro consumido no Japão, que não produz petróleo. Nossos preços só são menores do que os dos países da União Europeia, onde a gasolina mais cara é da Holanda, que custa R$ 3,81 o litro. Ali, 67% do valor corresponde a imposto, com o objetivo de conter o consumo.

No México, tradicional produtor de petróleo, o litro da gasolina custa R$ 1,10. Se o México pode praticar esse preço, por que o Brasil não pode? Porque o governo e a Petrobras não querem. Os preços, assim administrados aqui graças ao monopólio, são utilizados para capitalizar a empresa e arrecadar impostos.

Se somos autossuficientes, como enfatiza o governo, e temos as maiores reservas do mundo, por que não nos beneficiamos disso? Não, o governo impõe os preços que quer. Não tem concorrente. Se transfere para os consumidores algum ganho, o faz por interesse político. Não obstante, os preços impactam toda a economia.

A CPI da Petrobras não foi adiante. O governo não deixou. A opacidade permanece.

fonte:Otempo

Twitter mostra os tópicos mais vistos no Brasil

O Twitter liberou na noite de ontem o recurso de listas de "Trending Topics" para diversos países e cidades, incluindo o Brasil e São Paulo, por enquanto. Os "TTs" mostram os temas mais citados em mensagens de usuários do serviço de microblogs.

Além de uma lista de tópicos mundial, agora o recurso existe em versões para todo o mundo e gerais para Brasil, Canadá, Irlanda, México, Reino Unido e Estados Unidos, com mais 15 cidades nesses países. Tanto na lista Brasil quanto na lista São Paulo temas como "BBB", "Twittess" e "Tessaliaserveparatudo" aparecem entre os dez temas mais citados.

Segundo o Twitter, "os grandes eventos que acontecem em todo o mundo sempre se tornam uma conversação global, mas e os grandes eventos que só acontecem no seu mundo que interessam apenas para aqueles ao seu redor? Ou as pequenas diferenças como os californianos veem algo, como a vitória de Obama, versus aqueles em São Paulo?", escreveu Jenna Dawn, funcionária do Twitter, no blog da empresa.

De acordo com o Twitter, o recurso será ampliado para mais localidades, idiomas e dados em breve.

fonte:Zumo Notícias

Corre risco peixe mais feio do mundo

O peixe da espécie Psychrolutes marcidus, conhecido por blobfish, está em risco de extinção. A informação está no site do jornal britânico "Daily Mail". O hábitat da criatura é a costa sudeste da Austrália, em águas profundas. O risco de extinção vem do excesso de pesca por traineiras, barcos de pesca que fazem uso de redes de arrastão para amealhar suas vítimas. O peixe não é comestível, mas é capturado com outras espécies visadas por pescadores.

"São muito vulneráveis a ser arrastados pelas redes e, pelo que sabemos, seu hábitat é restrito a essas áreas profundas", explica Callum Roberts, especialista nas profundezas do mar da Universidade de York.


fonte:Otempo

26 de janeiro de 2010

Livro sugere o fim da ditadura da vida saudável

Professora defende que se viva com qualidade, mas sem tanta culpa

Você já comeu suas cinco porções de vegetais do dia? Já se exercitou por uma hora? Já cortou as gorduras saturadas e dormiu suas oito horas de sono? A ditadura das regras para uma vida saudável se tornou uma indústria informal, com sites, programas de auditórios e livros dedicados aos "faça" e "não faça" para se manter saudável. Porém, quanto a atingir esses objetivos, muitos sentem que não estão dando conta. Seja a mãe ocupada que não encontra tempo para fazer exercício, uma pessoa eternamente de dieta que luta para perder 10 quilos ou uma mulher que faz mil coisas ao mesmo tempo e se vira com seis horas de sono, é praticamente impossível seguir as regras.

Agora, Susan Love, uma das especialistas em saúde da mulher mais respeitadas dos Estados Unidos, traz uma nova regra: pare de se preocupar com sua saúde. No novo livro, "Live a Little! Breaking the Rules Won’t Break Your Health" ("Viva um Pouco! Quebrar as Regras não vai Estragar sua Saúde", em tradução livre), Love sustenta o argumento de que a saúde perfeita é um mito e que a maioria de nós está vivendo vidas muito mais saudáveis do que julgamos ter.

Love, professora clínica de cirurgia da David Geffen School of Medicine da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, afirma que não conseguir seguir à risca as várias regras de saúde é uma grande fonte de estresse e culpa, particularmente para mulheres.

"O objetivo é viver para sempre?", disse ela, em recente entrevista. "Eu afirmo que não. É realmente viver o máximo possível com a melhor qualidade de vida que se possa conseguir".
O livro, escrito com Alice Domar, professora de Harvard e psicóloga sênior da equipe do Beth Israel Deaconess Medical Center, explora pesquisas e conselhos em seis áreas da saúde - sono, estresse, prevenção, nutrição, exercícios e relacionamentos. Em todas as seis, elas escrevem, os maiores riscos estão nos extremos, e o meio-termo é maior do que pensamos. "Tudo é uma curva em forma de U", disse Love. "Pode ser que algumas vezes na vida você tenha tido muito ou pouco de alguma coisa, mas estar no meio é melhor, e a maioria de nós provavelmente já está lá". Segundo ela, embora os exercícios sejam importantes, muitas pessoas não dão valor à atividade física que vem de tarefas diárias, como levantar e correr atrás de crianças, carregar compras e limpar a casa.

fonte:Otempo

Beyoncé terá 17 carros e 45 motoristas à disposição durante shows no Brasil


Durante sua passagem no Brasil, Beyoncé terá 17 carros e 45 motoristas à sua disposição, 24 horas por dia, de acordo com o jornal "O Dia".

Segundo a publicação, a produção da cantora ainda teria pedido a empresa responsável por sua vinda que Beyoncé só circule a bordo de um carro blindado, acompanhado de quatro outros modelos repletos de seguranças.

Ultimamente vemos só lixo na tv...

Cerveja liberada para hidratar o corpo?

Os apreciadores de uma boa cerveja gelada devem estar vibrando com a mais recente descoberta da Universidade de Granada e do Conselho Superior de Investigações Científicas, ambos na Espanha, que elegeu a cerveja como a bebida mais eficiente na hidratação do corpo, principalmente após a prática de atividades físicas.

Os pesquisadores espanhóis recrutaram 46 homens saudáveis, com idade entre 20 e 30 anos. Todos praticavam atividade física regularmente e a silhueta de nenhum deles denunciava a protuberância de uma barriga de chope. Eles tiveram de suar a camisa durante 60 minutos correndo em uma esteira sob uma temperatura ambiente de 35 °C em duas avaliações, com intervalo de três semanas entre um e outro.

Cerca de duas horas depois do exercício, os cientistas hispânicos analisaram uma série de parâmetros, como o nível de hidratação. Os cientistas constataram que a cerveja foi capaz de restabelecer as perdas hídricas de maneira tão eficiente quanto a água e, de acordo com eles, sem nenhum prejuízo aparente.

Em outras palavras, a cervejinha é uma boa maneira de hidratar o organismo, após o exercício físico. Os cientistas explicam que tal efeito é possível por que uma lata de 356 mililitros tem 326 mililitros de água. Mas é preciso ressaltar que o consumo deve ser moderado.

A bebida é alcoólica e traz prejuízos à saúde. Além disso, o estudo não considerou o ganho calórico com o consumo de cerveja em vez de água. A recomendação diária, segundo os pesquisadores, é de duas latas para os homens e de uma para as mulheres.

Concluída a malhação num primeiro momento, os participantes mataram a sede com água na quantidade desejada. Após o intervalo de três semanas e de executarem a mesma série de exercícios sob as mesmas condições, os voluntários se repuseram a hidratação basicamente com 660 mililitros de cerveja.

fonte:Minhavida

Robô em nanoescala sai da ficção científica


Cientistas construíram nanorobôs de dois braços para selecionar determinados átomos e moléculas e movê-los, colocando-os em um lugar designado. O aparelhinho tem, aproximadamente, 150 x 50 x 80 nanômetros de tamanho – o número parece muito abstrato, mas, para você “visualizar” (ou não) melhor o tamanho do robô, mais de um milhão deles poderiam caber em uma hemácia (ou glóbulo vermelho).

Tente pensar no nanorobô como um origami de DNA. Ele é formado por compridas “fitas” de DNA, dobradas precisamente com pedaços de DNA menores. Outros produtos, desenvolvidos pelo mesma equipe de cientistas são: um bípede em nanoescala, octaedros truncados de DNA, entre outros.

Até a metade dos anos 90, o termo nanotecnologia era, normalmente, associado a pequenas partículas-robôs, feitas de metal que fariam tarefas muito pequenas para um humano. Mas agora os avanços na nanotecnologia são tantos que muitos começam a se perguntar se eles representariam outra revolução industrial, quando essa tecnologia ficar mais popular.

Nasa projeta aeronave individual e elétrica



Sabe qual é o projeto mais bacana da Nasa atualmente? Uma aeronave elétrica super silenciosa feita para uso individual. Dê adeus àquela sua idéia de economizar a vida inteira para comprar um Porsche – essa belezinha vale muito mais a pena.

O nome da geringonça é “Puffin” (pode ser traduzido como “pequeno sopro”). Mas não deixe o nome fofinho enganar você. O Puffin levanta vôo como um pequeno foguete, de forma vertical, e pode atingir a velocidade de 240 km/h, com aceleração de até 480 km/h.

Como ele é movido com eletricidade, o desgaste causado pelo ar nas camadas mais altas da atmosfera não é uma preocupação. Isso quer dizer que, na prática, o veículo pode chegar a uma altura aproximada de nove mil metros.

A característica que deve ser melhorada no Puffin é a duração de sua bateria. Ela agüenta até 110 quilômetros – e, se você quer ter um desse, é bom se lembrar desse número. Não deve ser agradável ficar sem combustível a nove mil metros de altura.

Será que nossos meios de transporte serão revolucionados com o vôo elétrico? Talvez aqueles filmes de ficção nos quais cada personagem tem sua nave pessoal não estejam tão fora da realidade.