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6 de novembro de 2009

Molécula de tempero pode matar células do câncer

Uma molécula encontrada em um ingrediente do caril mais conhecida pela tradução em inglês “curry”, pode matar células cancerosas do esôfago em testes no laboratório. O estudo sugere que é possível ser desenvolvido um tratamento anticancerígeno à base da iguaria.

Os pesquisadores do Cork Cancer Research Center, na Irlanda, trataram células cancerosas esofágicas com a curcuma – um produto químico encontrada na especiaria, responsável pela cor amarela bem forte – por ela matar células cancerosas dentro de 24 horas.

As células começam a se digerir – afirma um estudo publicado no jornal britânico do câncer.

Os estudos científicos anteriores sugeriam que a curcuma pudesse suprimir os tumores e que as pessoas que consumiam uma grande porção de caril pudessem ser menos inclinadas à doença, embora a curcuma perdesse seus atributos anticancerígenos rapidamente quando ingerido.

Mas Sharon McKenna, autora do estudo irlandês, disse que seu estudo sugeriu um potencial para que os cientistas desenvolvam a curcuma como uma droga anticancerígena para tratar o câncer esofágico.

Os cânceres do esôfago matam mais de 500.000 pessoas no mundo todos os anos. Os tumores são especialmente mortais, com taxas de sobrevivência de cinco anos de apenas 12 a 31 por cento.

McKenna disse o estudo mostrou o curcumin fez com que as células cancerosas morressem “usar um sistema inesperado de mensagens para a célula.”

Normalmente, as células defeituosas morrem cometendo o suicídio programado, ou a apoptose, que ocorre quando as proteínas chamadas caspases “são ligadas” nas células, afirma a pesquisadora.

Mas estas células não mostraram nenhuma evidência do suicídio e que as capases acionadas não está comprovadamente relacionada com as células que morreram, sugerindo que a curcuma atacou as células cancerosas que usam um sistema de sinalização alternativo.

Pesquisadores americanos afirmaram em 2007 que tinham descoberto que a curcuma pode ajudar a estimular células do sistema imunológico na doença de Alzheimer.

fonte:hypescience.com

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