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O francês com roupa de off-road será apresentado no fim de agosto e suas vendas começam em setembro. Assim como os demais modelos da marca está sendo produzido no Centro de Produção de Porto Real do Grupo PSA, no Estado do Rio de Janeiro, onde a Citroën divide com a Peugeot uma bem estruturada linha de montagem. "Estamos muito felizes e orgulhosos com a produção local do AirCross. Ela demonstra nosso compromisso com o país e nossa vontade de continuar a crescer de forma consolidada", afirma Ivan Ségal, diretor geral da Citroën do Brasil.
Além do mercado interno, o AirCross produzido no Brasil abastecerá os mercados de países como Argentina, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Costa Rica e outros a serem definidos. A expectativa é que a novidade aumente em 1% a participação da marca, hoje, estabilizada em torno de 2,5%.
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O AirCross é um modelo com vocação aventureira e chega vestido para enfrentar trilhas moderadas. Não sai de fábrica com bloqueio no diferencial e nem com tração nas rodas traseiras, mas como todo SUV tupiniquim, ele também pretende ganhar o consumidor pelo visual caracterizado por estribos, máscaras e outros adereços.
Para começar a produzir o AirCross, o Centro de Produção de Porto Real recebeu uma série de investimentos e modificações em suas áreas produtivas (tanto em layout como em fluxos de produção). Batizado de Ai58, o projeto teve início em maio de 2007, consumindo 38 meses de trabalho nas áreas de concepção, compras, qualidade, desenvolvimento e industrialização. Assim como na pintura, a linha de montagem recebeu novo gabarito de trabalho para fabricação do AirCross, que tem: 4,27 m de comprimento, 1,72 m de largura,1,69 m de altura e 2,54 m de entre-eixos. A linha foi redimensionada e ganhou novos equipamentos. Para a instalação dos vidros dianteiros laterais e do para-brisa panorâmico tripartido, uma nova ilha robotizada de colagem de vidros foi desenvolvida. Outras áreas específicas também foram criadas dentro da fábrica como a de colocação do estepe traseiro e das barras de teto do veículo, entre outras.
A unidade de força atinge seu nível máximo de torque aos 4.000 rpm quando movido com gasolina (14,4 kgfm) e aos 4.500 giros com o combustível vegetal derivado da cana-de-açúcar (15,8 kgfm).
fonte:Otempo
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