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23 de março de 2011

Simulação mostra como vai ser o novo Gol, nas lojas no ano que vem

Campeão de vendas terá pacote de mudanças para não entregar o topo do ranking para a Fiat

Acossado pelo novo Uno (e em breve pelo novo Palio), o Gol vai mudar para estancar a tendência de queda. Sim, ele ainda é o campeão absoluto, por 24 anos seguidos, mas vendeu 3% a menos que em 2009, num ano em que as vendas no Brasil subiram 10,6%.

A Volkswagen prepara um pacote de novidades para seu carro-chefe, mas elas só vão ficar prontas no começo do ano que vem. Uma das providências será, enfim, a chegada da versão de duas portas, que sempre tem um público cativo, sobretudo entre grandes frotistas.

O preço será cerca de R$ 2 mil inferior ao do equivalente quatro portas, o que também atrai o público jovem, que não leva família no carro. Vale lembrar que o Uno terá em breve uma versão duas portas – o lançamento está atrasado em função da forte demanda pelo modelo quatro portas.

Mas a novidade mais importante será a primeira reestilização do Gol 5, aquela de “meio do caminho” entre uma geração e outra. Tivemos acesso a diversas peças do modelo, o que permitiu montar as projeções. O desenho dianteiro vai seguir a tal “coerência visual” da marca no mundo. Isso significa que o Gol ficará bem parecido com o Fox, notadamente na grade (com dois filetes) e nos faróis (mais retos e conectados à grade).

Também haverá diferenças externas de acabamento entre as versões básicas e as demais. As versões topo de linha terão filete cromado na tomada de ar do para-choque e nos nichos onde vão os faróis de neblina. Na traseira, as mudanças serão mais sutis em relação ao Gol atual. De qualquer forma, as lanternas terão configuração de luzes semelhantes às do Fox, e o para-choque será totalmente novo, agora com olhos de gato (sim, mais uma vez seguindo o que foi feito no Fox).



Fonte: AUTOESPORTE

Sony revela filmadora com lente intercambiável


A Sony lançou uma nova câmera de vídeo de mão profissional com lentes intercambiáveis. A Sony NEX-FS100 é uma versão desenvolvida da câmera NEX-VG10, que já possibilitava e troca de lentes, mas para um público amador.

A câmera tem um sensor CMOS que é equivalente em tamanho a um filme Super 35mm e permite gravações full HD em AVCHD, no tamanho de 1920 X 1080 pixels. Segundo a Sony, o sensor é novo e deve apresentar um ótimo desempenho de captura de luz e gravação.

A lente padrão que acompanha a câmera é uma Sony E-Mount de 18 a 200 mm, com abertura f3.5-6.3, foco automático e estabilizador de imagem. A filmadora suporta gravação em câmera lenta em full HD em até 50 fps.
A construção da câmera é toda modular, o que permite que componentes como a alça, o LCD de 3,5 polegadas, entre outros, possam ser destacados e reposicionados.

A câmera tem previsão de lançamento para julho deste ano, nos Estados Unidos. O preço inicial divulgado é de 6.550 dólares.




Mais da metade das cidades pode ficar sem água em 2015

É necessário investir R$ 22 bilhões para evitar a escassez do líquido no país

Dono do maior potencial hídrico do planeta, o Brasil corre o risco de chegar a 2015 com problemas de abastecimento de água em mais da metade dos municípios. O diagnóstico está no Atlas Brasil - Abastecimento Urbano de Água, lançado ontem pela Agência Nacional de Águas (ANA).

O levantamento mapeou as tendências de demanda e oferta de água nos 5.565 municípios brasileiros e estimou em R$ 22 bilhões o total de investimentos necessários para evitar a escassez. O dinheiro deverá financiar um conjunto de obras para o aproveitamento de novos mananciais e para adequações no sistema de produção de água.
Considerando a disponibilidade hídrica e as condições de infraestrutura dos sistemas de produção e distribuição, os dados revelam que, em 2015, 55% dos municípios brasileiros poderão ter déficit no abastecimento de água, entre eles grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e o Distrito Federal. O percentual representa 71% da população urbana do país, 125 milhões de pessoas, já considerado o aumento demográfico.

"A maior parte dos problemas de abastecimento urbano do país está relacionada com a capacidade dos sistemas de produção, impondo alternativas técnicas para a ampliação das unidades de captação, adução e tratamento", aponta o relatório.


O diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, disse que o atlas foi elaborado para orientar o planejamento da gestão de águas no país. Segundo ele, como atualmente mais de 90% dos domicílios brasileiros têm acesso à rede de abastecimento de água, a escassez parece uma ameaça distante, como se não fosse possível haver problemas no futuro. "Existe uma cultura da abundância de água que não é verdadeira, porque a distribuição é absolutamente desigual. O atlas mostra que é preciso se antecipar a uma situação para evitar que o quadro apresentado venha a ser consolidado", avalia.

A maior parcela dos investimentos deverá ser direcionada para capitais, grandes regiões metropolitanas e para o semiárido nordestino. "Em função do maior número de aglomerados urbanos e da existência da região do semiárido, que demandam grandes esforços para a garantia hídrica do abastecimento de água, o Rio de Janeiro, São Paulo, a Bahia e Pernambuco reúnem 51% dos investimentos, concentrados em 730 cidades", detalha o atlas.

Além do dinheiro para a captação de água, o levantamento também aponta necessidade de investimentos significativos em coleta e tratamento de esgotos. O volume de recursos não seria suficiente para universalizar os serviços de saneamento no país, mas poderia reduzir a poluição de águas que são utilizadas como fonte de captação para abastecimento urbano.


22 de março de 2011

Halitose é uma doença de simples diagnóstico

Muitas pessoas sofrem de halitose, distúrbio relacionado ao mau hálito, alteração que costuma gerar um grande desconforto e constrangimento, pois quem sofre com o problema evita se aproximar das pessoas e, até sorrir.

Por outro lado, a pessoa que não consegue controlar a disfunção pode acabar se acostumando com o próprio hálito, não sendo capaz de perceber ou admitir o mau odor bucal, com efeito, prejudica a sua convivência social, pois as pessoas se afastam dela.

O distúrbio pode ter origem em problemas de refluxo, gastrite, dieta carregada em proteína ou em doenças bucais. A halitose é um reflexo, ou seja, um sintoma de que algo no organismo está desequilibrado e precisa de tratamentos - nem que seja apenas para a pessoa melhorar a sua higiene bucal.

"Outra característica do mau hálito é que ele varia com o período do dia e a idade de cada pessoa, agravando-se à medida que a fome aumenta", ressalta o clínico geral Vladimir Schraibman, especialista em doenças do aparelho digestivo.

O médico explica que o hálito é composto pelo ar expirado após as trocas gasosas fisiológicas, associado às substâncias eliminadas por via pulmonar. Essas substâncias partem do intestino para o fígado, para a bile, para o sangue e, finalmente, para os pulmões, quando são eliminados pela expiração. Todo esse processo resulta no odor desagradável por causa da passagem do ar pela cavidade bucal ou estômago durante o processo da respiração.

Higiene bucal

"A digestão não ocorre exclusivamente no estômago ou intestino", comenta. Quando o processo de digestão ocorre há uma liberação desses gases para o esôfago e a boca.

Em pacientes portadores de refluxo, por exemplo, o conteúdo do estômago reflui em direção à boca contendo restos alimentares e sucos gástricos que, muitas vezes, ainda estão indigestos, causando mau hálito crônico.

A gastrite, por gerar uma lentidão maior no estômago, pode induzir quadros de digestão lenta com liberação de "gases" estomacais que originam o odor bucal. Refeições ricas em proteínas também podem gerar o problema, pois acarretam em uma digestão lenta com liberação de resíduos que são ricos em odores que levam à halitose.

Pesquisas efetuadas pela Associação Brasileira de Halitose (ABHA), concluíram que é um mito que o mau hálito tenha sua origem no estômago. Isso existe porque se associou estômago vazio com halitose, mas é um fenômeno passageiro.

Há vários problemas que podem influenciar no aparecimento da halitose, como por exemplo, jejum prolongado, higiene bucal inadequada, diabetes e prisão de ventre, entre outros. "Estresse e medicamentos controlados também podem ser responsáveis pelo mau hálito, porque inibem o fluxo salivar", observa Schraibman.

Questões emocionais

O periodontista Fábio Zardo explica que, na maioria dos casos em que a halitose tem origem bucal. Ou seja, em doenças periodontais, como a gengivite, o excesso de saburra lingual encontrado na papila lingual e a existência de próteses mal adaptadas. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Estudo e Pesquisa dos Odores da Boca, quatro em cada dez brasileiros sofrem de mau hálito.

De acordo com Zardo, a halitose não é uma doença, mas um sintoma que pode ter mais de 50 causas diferentes, por isso é importante procurar ajuda especializada.

Uma das causas mais comuns do problema é a diminuição da quantidade de saliva, ocasionada por fatores, como a ingestão de remédios, estresse ou alguma doença.

A diminuição de saliva favorece a formação de uma placa bacteriana na língua, formada por restos alimentares, células que se descamam da mucosa bucal e outros tipos de bactérias.

O especialista divide esses pacientes em os que têm mau hálito e sabem disso; os que têm e não sabem; e os que não têm e acham que têm. Para ele, os últimos casos são os mais complicados porque estão ligados às questões emocionais.

A maneira mais simples de saber, com certeza, é pedir ajuda às pessoas próximas. Um familiar ou amigo pode fazer essa avaliação. Essa tarefa, no entanto, muitas vezes é constrangedora. Portanto, recorrer a um profissional é a atitude mais sensata. Procurar ajuda especializada é o primeiro passo para começar a tratar o problema.


fonte:Paranaonline

Tocador de áudio Bluetooth atualiza Facebook


A fabricante SuperTooth tem em sua linha, como sugere o nome, vários aparelhos que usam a conexão Bluetooth. O mais recente a ser anunciado é um sistema de som portátil para carros com algumas funções além de tocar música.

O SuperTooth HD tem dois microfones embutidos que capturam a voz para transformá-la em mensagens de textos, e-mails e até atualizações no Facebook e no Twitter. O software que realiza essa conversão também faz o caminho inverso e pode ler SMS ou e-mails recebidos no BlackBerry e no Android.

Como outros tocadores de mídia Bluetooth, o SuperTooth também permite atender chamadas ou discar números pré-definidos. A reprodução de áudio do aparelho fica por conta de dois alto-falantes de 5,4 W de potência cada.

Com todas essas características, o SuperTooth HD é claramente indicado para o uso no carro. Ele estará disponível em abril nos Estados Unidos por 129 dólares. Um cabo USB e um carregador para automóveis acompanham o aparelho na caixa.




OnStar FMV leva computador de bordo ao carro


O OnStar FMV é um tipo de computador de bordo com algumas funções fora do comum. O aparelho substitui o espelho retrovisor principal do carro e pode fazer chamadas por voz, funcionar como GPS e ainda emitir alertas em caso de colisões.

A chamada realizada pelo aparelho pode ser feita diretamente por meio de seu microfone ou por uma conexão Bluetooth de algum celular ou smartphone. O OnStar FMV é da empresa OnStar, que também tem outros modelos de retrovisores cheios de função.

O GPS integrado tem mais um fim, além do sistema de navegação que indica a rota por voz. Ele alerta sobre o local de colisões, identificadas por um acelerômetro integrado ao aparelho. O aviso vai para uma central telefônica que repassa a mensagem para um socorro rápido.

O OnStar FMV também avisa a central telefônica sobre panes do veículo. Além disso, o sistema alerta sobre as condições do carro e pode até ajudar a localizá-lo em um estacionamento. Como muito do que ele oferece depende de um serviço, o OnStar FMV não está disponível no Brasil. O novo modelo estará à venda em julho nos Estados Unidos por 299 dólares e os serviços podem variar entre 18,95 e 199 dólares por ano.



21 de março de 2011

Engenheiros vão inventar a cura do câncer?

Talvez uma maior concentração leve a descobertas

Essa é a pergunta que muitos cientistas se fizeram quando as duas mais renomadas universidades do mundo (MIT e Harvard) se juntaram para desenvolver o mais sofisticado centro de pesquisa contra o câncer de que se tem notícia, inaugurado neste mês.

Não se sabe a resposta a essa pergunta, claro. Mas se houver uma vacina ou algum tratamento revolucionário, provavelmente aquele centro, batizado de David Koch, estará envolvido (o detalhamento está no www.catracalivre.com.br).

Instalado no campus do MIT, a novidade é que reuniram num mesmo prédio os mais diferentes tipos de pesquisadores em oncologia, química, biologia com engenheiros. Dessa mistura imagina-se que seria mais fácil encontrar novo remédios --os engenheiros podem, por exemplo, desenvolver ínfimos chips, invisíveis aos olhos, injetados no corpo para lutar contra os tumores.

Desse núcleo, estão montando consórcios de pesquisa pelo mundo, criando-se uma malha planetária de pesquisas, mantidos com dinheiro público e privado.

Uma lição aqui vai além da medicina: se as universidades não quebrarem barreiras de seus departamentos e criarem espaços para criações coletivas, juntando as mais diversas especialidades, elas ficarão rapidamente obsoletas.

Fonte: Folha.com

O espiritismo ressuscita o verdadeiro cristianismo primitivo

Evangélicos pensam que a ressurreição é da carne

No passado, a Igreja Católica era uma religião exclusivista e ensinava que fora dela não havia salvação. Mas uma igreja seguidora do excelso Mestre é tanto mais cristã, quanto mais ela for inclusivista. Tanto isso é verdade que a Igreja acabou abandonando essa sua velha tese exclusivista. Mas, como as outras igrejas cristãs herdam geralmente os erros da Igreja Católica do passado, hoje são elas que são exclusivistas. Daí que elas condenam todas as outras religiões, abraçando de vez as artimanhas do anticristo.

Talvez alguém pense que eu seja um exclusivista religioso por defender a religião fundada por Kardec. Mas eu me tornei admirador do espiritismo, exatamente porque ele é inclusivista e por ser a religião mais bíblica e científica que conheço. Jamais o espiritismo diz que só ele salva, mas ensina que todos os espíritos, um dia, se salvarão ou se libertarão, independentemente de religião e mesmo aqueles sem religião.

Jesus, também, nunca ensinou que é por ter determinada crença que alguém se salva. E o ensino teológico de Kardec é: "Fora da caridade não há salvação". A caridade é bíblica e pode ser praticada em qualquer religião. E vamos a outro assunto bíblico. São Paulo (1 Coríntios 15:44; e 15:50) ensina que a ressurreição não é do corpo carnal, mas do corpo espiritual, isto é, o perispírito do espiritismo, que é um corpo sutil que envolve o espírito desencarnado. Também Jesus (Mateus 22:30) afirma que os ressuscitados são iguais aos anjos. Todos nós sabemos que anjos não têm corpo físico. Como já dissemos em outras matérias, atualmente o maior teólogo da Igreja Católica, o espanhol Andrés Torres Queiruga, afirma, em "Repensar a Ressurreição" (Ed. Paulinas), que a ressurreição é do espírito, desde que o mundo é mundo, e na hora da morte (Eclesiastes 12:7), inclusive a de Jesus. "Pai, em tuas mãos entrego meu espírito" (Lucas 23:46). E a Igreja ensina hoje que o que ressuscita é a corporeidade, o que ela não explica bem o que é. Apenas ela ensina que é um corpo glorioso. Mas ela está agora dando uma dica: a corporeidade não tem braços, pernas, boca, olhos etc. Para os seus apóstolos e discípulos, como afirma a Bíblia, só a partir do terceiro dia, Jesus ressuscitou. Dizendo de outro modo, Jesus apareceu materializado só a partir do terceiro dia. E, por ser o perispírito materializado idêntico ao corpo físico, os primeiros cristãos pensavam que a ressurreição de Jesus fosse de seu próprio corpo que morreu na cruz.

Hoje o credo citado nas missas já trocou a expressão "ressurreição da carne" pela de "ressurreição dos mortos". Isso é uma grande evolução para a verdadeira teologia cristã bíblica. Porém, muitos dos nossos irmãos evangélicos ainda continuam pensando que a ressurreição é da carne, o que leva muitos cristãos para o ateísmo.

O espiritismo segue a Bíblia, mas não se deixando enganar pelas interpretações literais condenadas por são Paulo, nem pelas baseadas nas metáforas abusivas, também erradas. É por essas interpretações equivocadas que o cristianismo instituiu algumas doutrinas polêmicas, que por isso mesmo foram transformadas em dogmas.

O espiritismo estuda a Bíblia de modo inteligente. E, assim, ele faz ressurgir o autêntico cristianismo primitivo, já que, com sua fé raciocinada e inabalável, ele se esforça para vivenciar de fato o Evangelho do Mestre de todos os mestres!

 Escrito por: José Reis Chaves


Terapia com animais ajuda pessoas com problema emocional

Apesar de aparente benefício, eficácia de tratamento é difícil de comprovar

NOVA YORK, EUA. Um número crescente de psicoterapeutas está usando animais de terapias para o tratamento especial de crianças com problemas emocionais, sociais e até físicos.

Nas últimas décadas, apareceram inúmeras histórias de animais ajudando a melhorar e até a salvar as vidas de crianças e adultos com vários tipos de doença e deficiência. Cães treinados estão sendo usados para ajudar a manter a segurança de crianças com autismo e para acalmar pessoas com doença de Parkinson quando elas tentam caminhar. E cães, gatos, coelhos e aves estão sendo levados a escolas e instituições, além de hospitais e casas de repouso, onde eles ajudam a acalmar, inspirar e entreter os pacientes.

A Associação Internacional de Organizações de Interação Humano-Animal insiste que seus membros limitem a utilizar na terapia apenas espécies domésticas treinadas para o serviço. E a Delta Society, que fornece programa de treinamento para animais, não certificará animais selvagens ou exóticos como cobra, furão, lagarto e híbrido de lobo.

Testes. Embora o campo da terapia assistida por animais tenha crescido muito nas últimas quatro décadas, especialistas reconhecem que não houve uma pesquisa bem projetada estabelecendo diretrizes para segurança e eficácia em várias situações. Para ajudar esse segmento a conseguir testes científicos, a empresa Mars, grande produtora de alimentos para animais, iniciou uma parceria de pesquisa com o Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano.

Um dos estudos avalia os efeitos terapêuticos da cavalgada em crianças e adolescentes como autismo. Essa prática é considerada segura e eficaz, além de ser menos invasiva do que os medicamentos usados para tratar sintomas como irritabilidade e hiperatividade.

Outra pesquisa inclui um estudo epidemiológico para documentar os efeitos de saúde sobre crianças e adolescentes vivendo com cães e com gatos.

E um terceiro estudo tenta determinar se animais de terapia podem ajudar crianças com distúrbio de comportamento por déficit de atenção a desenvolverem melhor autocontrole, autoestima e atitude social.

Dificuldades. Para o pesquisador James Griffin, é complicado realizar um estudo com um projeto científico válido usando animais, porque não é possível usar um placebo. "Não dá para ser um estudo ‘cego’. Você sempre vai saber se o paciente tem um cão de terapia", disse ele.

O psicoterapeuta Aubrey Fine, um dos pioneiros no tratamento com animais, enfatiza que há muitos desafios em se trabalhar com animais de terapia e em documentar sua eficácia. "Você não pode simplesmente trazer qualquer animal para um ambiente de terapia. O animal precisa ser muito bem treinado, confiável, obediente e ter o temperamento correto. Ele não pode ser extremamente ansioso ou facilmente irritável", explicou o psicoterapeuta.

Fine disse que o profissional tem que saber como usar o animal como uma ferramenta terapêutica, em combinação com boa psicoterapia. "O animal está lá para agir como um catalisador, não uma distração. As intervenções assistidas por animais têm que ser seguras para todos os envolvidos - tanto para o paciente quanto o animal", afirmou.



20 de março de 2011

TPM não é doença, mas causa muitas queixas


A TPM não é uma doença, mas um estado caracterizado por conjunto de sinais e sintomas.

Nenhuma mulher em idade reprodutiva está livre dos efeitos (invariavelmente desagradáveis) da tensão pré-menstrual, a tão falada e pouco explicada TPM, um conjunto de sintomas físicos e comportamentais que ocorrem na segunda metade do ciclo menstrual.

O desconforto pode ser classificado como leve, quando há sensibilidade emocional, como choro, irritabilidade ou vontade de consumir doces; ou severa, quando a tensão interfere significativamente na vida da mulher e a impede de realizar atividades rotineiras. Cerca de 30% das mulheres queixam-se de sintomas típicos do distúrbio todos os meses.

A ginecologista Rosa Maria Neme explica que a TPM está relacionada à queda abrupta dos níveis hormonais, que serão responsáveis pela menstruação. "Pesquisas indicam que existe uma íntima relação entre os hormônios sexuais femininos, as endorfinas (substâncias naturais ligadas à sensação de prazer) e os neurotransmissores, como a serotonina, que explicam os sintomas e sua severidade em, aproximadamente, 10% das mulheres", comenta.

Os números atestam que 80% das mulheres com idade entre 18 e 35 anos já sentiram alguns dos sintomas do distúrbio. "Quase a totalidade delas, atribui à síndrome, sintomas físicos e emocionais que as prejudicam no dia-a-dia", relata professor de ginecologia Carlos Alberto Petta.

Por outro lado, para quem sofre de cólica no período menstrual os especialistas dão o alerta: esses sintomas podem estar relacionados a outros problemas, como endometriose, por exemplo, mas não representa uma alteração típica acionada pela TPM.

O distúrbio se caracteriza pela combinação de alguns sintomas, que se repetem por meses seguidos. Mais de 150 deles já foram citados.

Qualidade de vida

Os sintomas comportamentais e físicos da TPM variam de pessoa para pessoa. Os mais comuns são a irritabilidade, alteração de humor, depressão, ansiedade, dores nas mamas, aumento do apetite (principalmente relacionado ao consumo de doces), dores de cabeça e inchaço no corpo.

Outras mudanças, como distúrbios do sono, cansaço, dificuldade de concentração, dores musculares e ganho de peso podem estar presentes. "O impulso de ingerir doces nessa fase está ligado a uma alteração dos neurotransmissores cerebrais, principalmente a serotonina, que gera uma alteração no centro de controle do apetite", esclarece Rosa Neme, esclarecendo que, em casos mais severos, o critério que irá determinar a gravidade é a quantidade de sintomas e o quanto isto afeta a vida rotineira da mulher.

Geralmente os sintomas da TPM aparecem de sete a dez dias antes da menstruação e desaparecem poucos dias após o seu final. A forma mais severa é conhecida como síndrome disfórica pré-menstrual e apresenta impacto negativo na qualidade de vida da mulher, afetando as relações e atividades sociais e a produtividade profissional.

"O diagnóstico é confirmado quando a paciente apresenta cinco sintomas físicos ou emocionais, sendo um deles obrigatoriamente emocional, em pelo menos sete ciclos dos últimos 12 meses", explica Petta.

Equilíbrio

Mas como evitar ou diminuir as mudanças bruscas no humor e no organismo feminino?

Para José Bento de Souza, ginecologista e obstetra, mesmo com todo o sucesso que as mulheres vêm conquistando na vida profissional, conseguindo conciliar vida familiar, carreira e atividades sociais com muito jogo de cintura e disposição, elas ainda têm que enfrentar esse obstáculo que parte do seu próprio organismo e que, muitas vezes, nem mesmo é reconhecido como um problema.

A pesquisa indicou que, apesar de quase a metade das mulheres (47%) reconhecerem que a TPM interfere tanto no trabalho quanto na vida familiar, o tratamento médico só é procurado por pouco mais de 30% delas.

"De todas as mulheres que sofrem com o distúrbio, 50% delas precisam de tratamento médico e 5%, de apoio psiquiátrico", alerta o médico.

Para controlar a TPM, Rosa Neme diz que o ideal é manter uma vida equilibrada e realizar exercícios físicos aeróbicos regulares. "Sabe-se que a prática dos exercícios, além de aliviar o estresse, mantém os níveis hormonais mais estáveis e, dessa forma, evitam as alterações bruscas de humor", reconhece.

Outro ponto que deve ser considerado importante é a alimentação. Sintomas da TPM que ocorrem cerca de 10 dias antes da menstruação, podem ser causados por baixas de cálcio e vitamina B6 no organismo.

Assim alimentos ricos em cálcio, como leite, iogurte, queijo, sorvete (em versões desnatadas e menos gordurosas). Peixes, salmão, vegetais verdes também são importantes.

Outros alimentos, como banana, batata, lentilha, carnes, grãos integrais, vegetais verdes, abacaxi, manga e milho são ótimas fontes de vitamina B6. Alimentos ricos em fibras, como frutas, legumes e verduras em geral, podem também auxiliar na diminuição dos níveis de estrógeno nessa fase do ciclo menstrual, melhorando os sintomas da TPM.

Os contraceptivos são aliados

Atualmente, a utilização de métodos hormonais que bloqueiam a menstruação, como o sistema intra-uterino medicado com progesterona e o uso de novas pílulas contraceptivas de última geração que apresentam o hormônio progesterona com efeito diurético, têm sido considerados as novas armas no combate ao problema.

Tratamentos com vitaminas, fitoterápicos até medicações mais potentes, como antidepressivos, também fazem parte das indicações médicas. Elas dependerão da gravidade dos sintomas. A psicoterapia também pode ajudar bastante, deste que seja prescrita pelo médico.

fonte:Paranaonline

Strawberry: carregador solar público que carrega dispisitivos pequenos


Finalmente, deparamo-nos numa concepção simples, porém inovadora com  praticidade embutidas - uma cabine de energia solar para carregar celulares, câmeras e até tocadores de MP3. Um grupo empresarial de estudante sérvio-empresários  inventaram essa cabine escrupulosa. 

Com o nome de Strawberry, no seu design integra painéis solares num ângulo ideal no topo do telhado, enquanto as bancadas estão  em torno da "pilar" singular  para as pessoas se  assentar e conversar, enquanto esperam por seus telefones para ser carregada. No futuro, a empresa planeja incluir funcionalidades Wi-Fi e também  cabines convencionais e portáteis para atender a grande concepção móvel.

Este hábil e interessante projeto foi prestigiado pela Comissão Europeia de Energia Sustentável Europe Award 2011.Strawberry 's CEO Miloš Milisavljević disse:

Nós compartilhamos um sonho no qual a energia é obtida a partir do sol e do vento, em que o ar está limpo e rios poluídos, e as novas tecnologias serão usadas para a preservação do nosso ambiente. Queremos desenvolver dispositivos que torna a energia renovável à disposição de todos, para levar para casa as vantagens de tecnologias verdes, para que as pessoas se familiarizem com as energias renováveis ​​e suas potencialidades. Nosso futuro depende de energia sustentável. Queremos incentivar a compreensão do bem que ele pode trazer.



fonte:ecofriend.com